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As Defesas 2012 – Jets / Bills

Posted in AFC EAST, As Defesas by JP
May 18 2012
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New York Jets

Esquema: 3×4
Coordenador defensivo: Mike Pettine

Performance em 2011:

  • pontos permitidos - 22.7 por partida (20ª da NFL)
  • jardas permitidas - 312.1 por partida (5ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 201.0 por partida (5ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 111.1 por partida (13ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 31 (empatado com Bears, Bills, Giants e Seahawks – 5ª da NFL)
  • sacks - total de 35 (empatado com Steelers – 17ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 32.7% (4ª da NFL)

Performance em 2010:

  • pontos permitidos - 19.0 por partida (6ª da NFL)
  • jardas permitidas - 291.5 por partida (3ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 200.6 por partida (6ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 90.9 por partida (3ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 30 (empatado com Cardinals e Cowboys – 9ª da NFL)
  • sacks - total de 40 (empatado com Titans – 8ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 37.0% (10ª da NFL)

A defesa dos Jets, tão temida em 2010 deu um passo atrás ano passado. Consequentemente, ficaram de fora dos Playoffs.

Sobretudo o combate ao jogo de corridas ficou mais frágil, talvez pela inexperiência dos calouros Mohammad Wilkerson (DE) e Kendrick Ellis (DT), que foram obrigados a assumir papéis importantes já em seu 1º ano.

Derrelle Revis (CB) e Cia continuam mantendo a defesa contra o jogo aéreo entre as melhores da liga, mas a unidade caiu de produção depois da contusão de Jim Leonhardt (S).

Essa eficiência impacta a estatística de conversões em 3º Down, onde os Jets foram a 4ª melhor da NFL.

O número de sacks caiu de 40 para 35, e essa é a área que precisa de maior atenção na equipe. Rex Ryan (HEAD COACH) assumiu Aaron Maybin (DE) como um projeto pessoal, e conta em desenvolvê-lo.

Novamente as pretensões de Playoffs (e algo mais) dependerão da performance defensiva.

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Reforços:

O maior reforço defensivo foi LaRon Landry, Safety vindo dos Redskins. Talento não falta a ele, mas as contusões têm sido cruéis em sua carreira. Se em forma, pode ser uma peça importante na linha secundária, especialmente na marcação à Rob Gronkowski, Tight End do rival Patriots.

Com Landry no elenco, Jim Leonhardt (S) não deverá ter seu contrato renovado.

Quinton Coples (DE) e Demario Davis (LB) chegaram via o Draft 2012.

Ainda não sabemos em que posição, os Jets colocarão Coples, se na linha defensiva ou transformando-o num Linebacker externo. Acho-o mais apropriado para a linha defensiva.

Já Davis é visto como um Linebacker versátil, que pode trazer mais velocidade a unidade e substituir Bart Scott (ILB) em situações claras de passe, e eventualmente ficar com sua vaga de titular.

Destaques:

  • Derrele Revis – CB
  • Calvin Pace – OLB
  • Sione Pouha – DT

David Harris

Posição: Linebacker interno
Idade : 28 Anos
Draft: 2º Round – Jets – 2007
Universidade de Origem : Michigan
Carreira na NFL: Em 75 Jogos, conseguiu 514 Tackles, 19.5 Sacks e 6 Interceptions (retornando 1 delas para TD)

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Buffalo Bills

Esquema: 4×3
Coordenador defensivo: Bill Wannestedt (ex HC dos Bears e Dolphins)

Performance em 2011:

  • pontos permitidos - 27.1 por partida (30ª da NFL)
  • jardas permitidas - 371.1 por partida (26ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 232.1 por partida (19ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 139.0 por partida (28ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 31 (Empatado com Bears, Giants, Jets e Seahawks 5ª da NFL)
  • sacks - total de 29 (empatado com Chiefs, Colts e Packers – 27ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 39.7% (21ª da NFL)

Performance em 2010:

  • pontos permitidos - 26.6 por partida (28ª da NFL)
  • jardas permitidas - 361.6 por partida (24ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 192.0 por partida (3ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 169.6 por partida (32ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 22 (Empatado com 49ers e Seahawks 25ª da NFL)
  • sacks - total de 27 (empatado com Ravens e Bengals – 27ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 43.2% (30ª da NFL)

A experiência no esquema 3 x 4 foi horrorosa, e a comissão técnica tomou a melhor decisão em abortá-la depois de apenas 1 ano e meio. Seus jogadores são mais apropriados para o esquema 4 x 3 que Bill Wannestedt (coordenador) reintroduziu.

Marcel Dareus (DT), draftado ano passado para ajudar na transição para o 3 x 4, é versátil o suficiente para atuar no outro sistema, e mostrou em sua temporada como calouro que tem talento de sobra.

Os números estatísticos continuaram terríveis em 2011, e o time só ameaçou brigar pelos Playoffs, porque foram muito oportunistas em recuperar turnovers, especialmente no início do campeonato, senda a 5ª melhor defesa nesse sentido.

A inexperiência na linha secundária, e a falta de capacidade em gerar pressão nos Quarterbacks adversários, e pouca velocidade da unidade de Linebackers foram os principais problemas dessa defesa, que tende a evoluir.

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Reforços:

O foco durante o período de FREE AGENCY era incrementar a linha defensiva, e para isso trouxeram o maior nome disponível no mercado: Mario Williams (DE – ex Texans).

Williams, junto com Dareus, Kyle Williams (DT) e o outro Defensive End recém contratado Mark Anderson, que teve uma boa temporada atuando pelo rival Patriots, devem formar uma linha competente.

Stephon Gilmore (CB) foi selecionado no 1º round do Draft 2012, adicionando velocidade e bom tamanho à linha secundária.

2 Linebackers que podem se desenvolver e assumir vagas de titular em breve também foram draftados: Nigel Bradham e Tank Carder.

Destaques:

  • Mario Williams – DE
  • Nick Barnett – LB
  • Marcel Dareus – DT

Jairus Byrd

Posição: Safety
Idade : 25 Anos
Draft: 2º Round – Bills – 2009
Universidade de Origem : Oregon
Carreira na NFL: Em 46 Jogos, conseguiu 233 Tackles, 2 Sacks e 13 Interceptions (retornando 2 delas para TD)

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Os Craques – Matthew Stafford

Posted in NFC NORTH, Os Craques by JP
May 17 2012
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Time : DETROIT LIONS
Posição: Quarterback
Idade : 24 Anos
Draft: 1º PICK do 1º Round – Lions – 2009
Universidade de Origem : Georgia
Carreira na NFL: Em 29 Jogos , completou 679 passes, conquistando 7840 Jardas, e anotando 60 TDs

O lado positivo da humilhante temporada de 2008, quando o Detroit Lions não venceram 1 jogo sequer, foi a possibilidade que tiveram de draftar um Quarterback de peso, algo que a muito tempo não se via por lá.

Matthew Stafford era a melhor alternativa daquele ano, mas existiam ressalvas devido a uma certa irregularidade em seus passes, e um pequeno histórico de contusões. Seu potencial físico no entanto falou mais alto.

Desde que chegou a Detroit, sua habilidade nunca foi questionada, mas os críticos desconfiavam de seu empenho em estudar os adversários, e principalmente de sua capacidade em evitar contusões.

As 2 primeiras temporadas foram marcadas por problemas nos ombros, limitando-o a apenas 13 jogos, dos 32 disputados pela equipe.

2011 foi seu ano de redenção. Participou das 16 partidas, e quebrou diversos recordes dos Lions, incluindo total de jardas e TDs lançados.

Conseguiu completar 63.5% dos passes, número que muitos não acreditavam que ele fosse capaz, por seu estilo agressivo nas jogadas longas.

Os 41 TDs lançados, boa parte para o súper Wide Receiver Calvin Johnson, ajudou seu time a alcançar os Playoffs pela 1ª vez desde 1999.

Se Stafford manter o nível de atuação nos próximos anos, e afastar de vez o rótulo de “frágil”, irá entrar para a seleta elite dos Quarterbacks da NFL.

(claro que um título de SUPER BOWL ajudaria!)

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Punts – Antes do Super Bowl

Posted in Punts by JP
May 15 2012
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No começo do século XX a grande força do esporte era o futebol americano universitário.

Alguns times profissionais já existiam, e até mesmo uma liga chamada American Professional Football Association, mas não conseguiam atrair o público de forma consistente.

Em 1922, ela muda de nome para NFL, e alteraria a história dos esportes americanos.

Dos 18 times que disputaram o campeonato de 1922, apenas 3 continuam ativos: Chicago Bears, Green Bay Packers e Chicago Cardinals (agora no Arizona).

Clique na imagem abaixo para timeline de entrada das franquias na NFL:

Sua 1ª estrela foi o Running Back Red Grange. Famoso por seus tempos na Universidade de Michigan, ele se integrou ao Chicago Bears e trouxe público para os jogos, abrindo o caminho para outros jogadores de renome do campeonato universitário.

Tiveram alguns períodos de baixa como na grande depressão e 2ª guerra mundial, bem como a concorrência de outras ligas como a All-America Football Conference (AAFC), fundada no meio da década de 40, mas a NFL superou-as e continuou crescendo.

Em 1950, alguns dos principais times da AAFC foram anexados à liga como o San Francisco 49ers, Baltimore Colts, e o Cleveland Browns, este último a maior potencia do esporte no período.

Chegou então a era da American Football League, que mais tarde também seria incorporada, levando a criação do SUPER BOWL, e da NFL como vemos hoje.

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Os Campeões

A partir de 1933 o campeonato passou a ser decidido em 1 jogo final, disputado pelos vencedores das 2 divisões, em que os times eram separados.

O maior vencedor antes do Super Bowl foi o Green Bay Packers, com um total de 11 títulos, 3 deles antes de existir finais (1929-1931), e outros 5 sob a tutela de Vince Lombardi, o mais celebrado HEAD COACH de todos os tempos.

Veja a relação de campeões:

  • Green Bay Packers – 11 títulos
  • Chicago Bears - 7 títulos
  • New York Giants – 4 títulos
  • Cleveland Browns - 4 títulos
  • Detroit Lions - 4 títulos
  • Baltimore Colts - 3 títulos – depois mudaria-se para Indianapolis
  • Philadelphia Eagles – 3 títulos
  • Chicago Cardinals – 2 títulos – depois mudaria-se para St Louis e Arizona
  • Los Angeles Rams – 2 títulos – depois mudaria-se para St Louis
  • Washington Redskins - 2 títulos
  • Minnesota Vikings – 1 título

O Dallas Cowboys chegou a 2 finais, mas foi derrotado em ambas, já o Pittsburgh Steelers, que viria a ser o maior vencedor da era SUPER BOWL, nem às finais chegava nessa época.

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Evolução Tática

Dois momentos alteraram de vez a dinâmica do esporte, possibilitando o que vemos hoje.

Em 1950, depois de alguns anos em experiência, a livre substituição, enquanto o jogo está parado, foi liberada.

O resultado disso é a especialização de funções, e a criação das 2 unidades: ataque e defesa.

Mais descansados e melhor preparados, os jogadores podiam executar as novas estratégias e conceitos idealizados pelos treinadores.

Talvez a mais decisiva para o andamento do jogo foi o desenvolvimento dos esquemas de proteção ao passe.

Paul Brown, então HEAD COACH do Cleveland Browns, mexeu na linha ofensiva, criando funções e movimentações específicas para a proteção ao passe, teve sucesso imediato, aumentando em mais de 5% o índice de passes completos por seu Quarterback em relação ao resto da liga.

Os Browns chegaram a final do campeonato por 6 anos consecutivos, vencendo 3 delas. Sua estratégia virou modelo para os demais times da NFL.

O Grande Craque

Vários craques encantaram o público em seus tempos como Sammy Baugh (QB/ S / P – Redskins), Frank Gifford (WR - Giants) e Johnny Unitas (QB – Colts), ajudando a criar a mística da NFL.

Mas o grande craque, eleito pela Sporting News no ano 2002 como o melhor jogador de todos os tempos:

Jim Brown
Time : Cleveland Browns
Posição: Running back
Draft: 6º Pick do 1º Round – 1957
Universidade de Origem : Syracuse
Carreira na NFL: 12312 Jardas corridas, 2499 jardas recebendo passes e 126 TDs totais

Brown terminou sua carreira com as inacreditáveis médias de 5.2 jardas corridas por tentativa, e mais de 100 jardas corridas por partida de sua carreira (104.3).

Atleticamente, ele estava à frente de seu tempo, e olhando os videos da época, seu confronto com os defensores era desproporcional, uma verdadeira covardia!

Ele liderou a liga em jardas corridas 8 vezes, foi eleito para o PRO BOWL em todos os anos que atuou, e levou o título de MVP 3 vezes.

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Linhas Ofensivas – Eagles / Cowboys

Posted in Linhas Ofensivas, NFC EAST by JP
May 14 2012
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Vamos olhar a performance das linhas ofensivas em relação à proteção ao passe, e ao bloqueio para o jogo de corridas.

PBE = índice de proteção ao passe, que considera o número de snaps, sacks, hits e pressures permitido pela unidade ou jogador específico.

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Philadelphia Eagles

Unidade:

PBE = 81.0 – (15ª da NFL)
10 sacks / 23 hits / 129 pressures

Titulares:

LT – Jason Peters – PBE: 97.1 / 570 Snaps / 3 S – 1 H – 17 P
LG – Evan Mathis – PBE: 98.1 / 600 Snaps / 0 S – 3 H – 12 P
C – Jason Kelce – PBE: 96.2 / 651 Snaps / 1 S – 6 H – 26 P
RG – Danny Watkins – PBE: 95.9 / 476 Snaps / 0 S – 3 H – 23 P
RT – Todd Herremans – PBE: 94.1 / 651 Snaps / 4 S – 9 H – 37 P

Outros:

T/G – King Dunlap – PBE: 97.4 – 88 Snaps / 0 S – 0 H – 3 P
G – Kyle DeVan – PBE: 94.1 – 175 Snaps / 2 S – 1 H – 10 P

Bloqueio:

  • Média de jardas por tentativa: 5.1 (3ª da NFL) *
  • Total de TDs: 20 **

O quadro abaixo mostra a performance dos Running Backs, quando atacam cada GAP:

* Outras corridas influenciam essa média, como END AROUNDS, fugas do pocket pelo QB, etc.
** O 20º TD aconteceu num QB SCRAMBLE.

O componente mais importante em relação ao PBE dos Eagles não é o de sacks, mas o de pressures. Isso pela capacidade de Michael Vick (QB) em escapar dos tackles, mascarando os números.

A linha ofensiva dos Eagles começaram muito mal o campeonato 2011, mas se ajustaram, e evoluíram do meio para o final dele. Pena que já era tarde para se pensar em Playoffs!

Pelo estilo ofensivo usado nos últimos 2 anos, a vida dos responsáveis pela proteção ficou mais complicada. Passes longos, que demandam mais tempo no POCKET tornaram-se costumeiros, ao invés dos 3 passos apenas para trás, tão comum no WEST COAST OFFENSE.

Em contrapartida, o bloqueio para o jogo de corridas foi excelente o tempo todo, principalmente pelo lado esquerdo, onde Jason Peters (LT) e Evan Mathis (LG) foram brilhantes.

Aqui, o fator Vick aparece de novo. As corridas pelos Running backs usando os GAPs, como podemos ver no quadro acima, tiveram uma média de 4.7 jardas por tentativa, enquanto a geral do time no ano foi de 5.1 por tentativa. A diferença são os avanços de Vick depois de sair do POCKET.

Uma notícia terrível abalou a OFFSEASON dos Eagles: a contusão de Peters, que o tirará do campeonato 2012.

Substituí-lo a altura é quase impossível, e caberá a Demetrius Bell (PBE=97.0), que curiosamente já passou por essa mesma situação, pois quando Peters trocou o Buffalo Bills pelo Philadelphia Eagles, foi ele quem assumiu sua vaga. Ele é bom jogador, mas sofre com contusões, talvez seja essa a razão por qual os Bills não renovaram seu contrato.

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Dallas Cowboys

Unidade:

PBE = 81.4 – (14ª da NFL)
27 sacks / 15 hits / 103 pressures

Titulares:

LT – Doug Free – PBE: 93.7 / 620 Snaps / 10 S – 5 H – 34 P
LG – Kyle Kosier – PBE: 96.9 / 597 Snaps / 3 S – 4 H – 17 P
C – Phil Costa – PBE: 97.3 / 581 Snaps / 3 S – 2 H – 15 P
RG – Montrae Holland – PBE: 97.5 / 348 Snaps / 2 S – 1 H – 8 P
RT – Tyron Smith – PBE: 96.0 / 620 Snaps / 8 S – 1 H – 21 P

Outros:

G/C – Kevin Kowalski – PBE: 98.7 – 81 Snaps / 1 S – 0 H – 0 P
G – Bill Nagy – PBE: 96.8 – 165 Snaps / 0 S – 1 H – 6 P

Bloqueio:

  • Média de jardas por tentativa: 4.4 (9ª da NFL) *
  • Total de TDs: 5 **

O quadro abaixo mostra a performance dos Running Backs, quando atacam cada GAP:

* Outras corridas influenciam essa média, como END AROUNDS, fugas do pocket pelo QB, etc.
** O 5º TD aconteceu num QB SNEAK.

Considerando todas as críticas que a linha ofensiva dos Cowboys sofrem, até que seus números não são ruins.

Eles tiveram o 14º melhor PBE como unidade (81.4), e se continuarem num crescente, evitando hits em Tony Romo (QB), podem ser a chave para Dallas retornar aos Playoffs.

Tyron Smith (OT) superou todas as espectativas como calouro, mostrando potencial para figurar entre a elite da posição. Tamanha a confiança nele, que os treinadores de Dallas vão invertê-lo de lado com Doug Free (OT), agora Smith será responsável pelo lado esquerdo.

O ponto fraco na verdade foi a coordenação dos Snaps entre o Center Phil Costa e Romo, onde fumbles e outras disfunções aconteceram. Com o treinamento na OFFSEASON, espera-se que o problema seja resolvido.

Os números do jogo de corridas melhoraram demais depois da entrada de DeMarco Murray (RB), que substituiu o frequentemente contundido Felix Jones (RB). Murray ajudou a equipe a alcançar a respeitável média de 4.4 jardas por tentativa.

No entanto, 5 TDs de corrida é muito pouco! Um melhor balanço entre passes e corridas dentro da Redzone deve ser prioridade, e talvez melhore se o HEAD COACH Jason Garrett tiver mais confiança em sua linha.

A maior mudança que acontecerá na unidade em 2012, além da inversão já mencionada, é a saída do veterano Kyle Kosier (LG). Para seu lugar, eles trouxeram 2 FREE AGENTS, Nate Livings (G – ex Bengals) e Mackenzy Bernadeau (G – ex Panthers), que brigarão pela vaga.

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As Defesas 2012 – Patriots / Dolphins

Posted in AFC EAST, As Defesas by JP
May 11 2012
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New England Patriots

Esquema: 3×4
Coordenador defensivo: Matt Patricia

Performance em 2011:

  • pontos permitidos - 21.4 por partida (15ª da NFL)
  • jardas permitidas - 411.1 por partida (31ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 293.9 por partida (31ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 117.1 por partida (17ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 34 (empatados com Lions – 3ª da NFL)
  • sacks - total de 40 (14ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 43.1% (28ª da NFL)

Performance em 2010:

  • pontos permitidos - 19.6 por partida (8ª da NFL)
  • jardas permitidas - 366.5 por partida (25ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 258.5 por partida (30ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 108.0 por partida (11ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 38 (2ª da NFL)
  • sacks - total de 36 (empatado com 49ers – 14ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 47.1% (32ª da NFL)

O fato dos Patriots terem visto muitas de suas estatísticas decaírem em 2011, aumenta ainda mais o crédito de Tom Brady (QB) e seus companheiros de ataque.

Alguns fatores contribuíram para essa queda de produção defensiva, como uma adaptação inicial ao uso do esquema 4 x 3, e uma alta rotatividade de jogadores (especialmente na linha secundária), resultado de substituições por contusões e baixo rendimento.

Justiça seja feita, a defesa melhorou na reta final do campeonato e durante os Playoffs.

Entre os jogadores que decepcionaram está o Cornerback Devin McCourty, que em seu segundo ano não repetiu a boa performance de sua temporada como calouro, e teve que ser movido de posição no fim do campeonato, atuando mais como Safety, já que Bill Belichick (HEAD COACH) não confiava em sua capacidade de marcar individualmente o Wide Receiver adversário.

O ponto positivo foi o número de turnovers conquistados (2ª melhor na NFL), que sempre mascara deficiências defensivas.

Vince Wilfork (DT) foi novamente o maior destaque do time, conseguindo 41 stops e pressionando os Quarterbacks adversários consistentemente (7 sacks / 4 hits / 23 pressures).

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Reforços:

Numa OFFSEASON movimentada, os Patriots optaram por mexer na sua linha defensiva. Andre Carter (DE), que se contundiu durante a temporada passada, não teve seu contrato renovado, e Mark Anderson (DE) foi para o Buffalo Bills.

Para suas vagas, chegam Jonathan Fanene (DE – Bengals) e Trevor Scott (DE – Raiders). O outro FREE AGENT relevante foi Steve Gregory (S – Chargers), para tentar ajudar a deficiente linha secundária.

Os principais reforços na verdade vieram pelo DRAFT 2012, onde os Patriots concentraram seus esforços basicamente apenas na defesa.

Chandler Jones (DE) e Dont’a Hightower (LB) devem contribuir já como calouros, e Jake Bequette (DE), Tavon Wilson (S) e Alfonzo Dennard (CB) têm potencial para aos poucos lutarem por espaço no time.

Destaques:

  • Vince Wilfork – DT
  • Patrick Chung – S
  • Sterling Moore – CB

Jerod Mayo

Posição: Linebacker
Idade : 26 Anos
Draft: 10º PICK do 1º Round – Patriots – 2008
Universidade de Origem : Tennessee
Carreira na NFL: Em 59 Jogos, conseguiu 500 Tackles, 4.5 Sacks e 2 Interceptações

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Miami Dolphins

Esquema: 4×3 – transição
Coordenador defensivo: Kevin Coyle (primeira vez como coordenador)

Performance em 2011:

  • pontos permitidos - 19.6 por partida (6ª da NFL)
  • jardas permitidas - 345.1 por partida (15ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 249.5 por partida (25ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 95.6 por partida (3ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 19 (empatados com Cardinals – 26ª da NFL)
  • sacks - total de 41 (empatado com Broncos, Lions e Redskins – 10ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 33.8% (7ª da NFL)

Performance em 2010:

  • pontos permitidos - 19.6 por partida (8ª da NFL)
  • jardas permitidas - 366.5 por partida (25ª da NFL)
  • contra o jogo aéreo - 258.5 por partida (30ª da NFL)
  • contra o jogo de corridas - 108.0 por partida (11ª da NFL)
  • turnovers conquistados - total de 38 (2ª da NFL)
  • sacks - total de 36 (empatado com 49ers – 14ª da NFL)
  • tentativas de 3º Down convertidas - 47.1% (32ª da NFL)

Ao Contrário de New England, os Miami viu seus números subirem. Só que a melhora não significou uma ida aos Playoffs.

O único critério em que apresentaram queda foi nos turnovers conquistados, mais uma vez mostrando sua relevância no resultado final das partidas.

Mesmo assim, a nova comissão técnica já anunciou que o time mudará de esquema, passando para o 4 x 3 como base.

Certos jogadores como Karlos Dansby (LB), Randy Starks (DT) e Jared Odrick (DT) devem se adaptar facilmente, outros como Kevin Burnett (LB), Paul Soliai (DT) e Igor Olshansky (DE) podem ter dificuldade.

O plano é melhorar a defesa contra o jogo aéreo, sem perda de eficiência contra o jogo de corridas. Tarefa difícil!

Para isso, o time precisa de mais velocidade na linha secundária, especialmente entre os Safeties.

Cameron Wake (DE) teve uma temporada excelente mesmo com um número total de sacks abaixo de sua média (9), mas compensando com outros 20 hits e 52 pressures.

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Reforços:

2011 marcou o último ano do ídolo Jason Taylor (DE) que retornou ao time para fazer uma despedida apropriada. O veterano conseguiu 7 sacks atuando em situações claramente de passe, e com sua pressão aos QBs, ajudando na estatística de conversão em 3º Down, onde Miami passou do último lugar em 2010 para a 7ª melhor em 2011 (permitiu 33.8%).

Mesmo com o plano de mudar a base para 4 x 3, poucos jogadores defensivos foram contratados.

O principal reforço foi Richard Marshall, Cornerback que se destacou ano passado pelo Arizona Cardinals, numa função de NICKEL e Safety surpresa. Ele tem boa leitura das jogadas, e pode impactar o time cm sua flexibilidade.

Pelo Draft 2002, os Dolphins usaram sua escolha no 3º round em Oliver Vernon (DE) com a esperança dele se desenvolver num competente PASS RUSHER do lado oposto a Cameron Wake (DE).

Kheeston Randall (DT), draftado no último round, tem bons atributos físicos, mas seu desempenho na Universidade do Texas foi irregular.

Destaques:

  • Cameron Wake – DE
  • Vontae Davis – CB
  • Paul Soliai – DT

Karlos Dansby

Posição: Linebacker
Idade : 30 Anos
Draft: 2º Round – 2004 – Arizona Cardinals
Universidade de Origem : Auburn
Carreira na NFL: Em 120 Jogos, conseguiu 756 Tackles, 30.5 Sacks e 11 Interceptações (2 delas retornadas para TD)

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Os Craques – Arian Foster

Posted in AFC SOUTH, Os Craques by JP
May 10 2012
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Time : HOUSTON TEXANS
Posição: Running back
Idade : 24 Anos
Draft: não draftado – 2009
Universidade de Origem : Tennessee
Carreira na NFL: Em 35 Jogos , correu com a bola 659 vezes, conquistando 3097 Jardas, e anotando 31 TDs totais

Vira e mexe algum caso de jogador não draftado aparece para mostrar o quando as avaliações são subjetivas, e vale a pena dar novas chances para as pessoas mostrarem seu valor.

Sua carreira universitária foi inconstante, com o penúltimo ano muito bom e queda no ano final, e ficou marcada por alguns Fumbles em situações terríveis, que afastou seu time da disputa pela conferência SEC.

Os Texans deram a ele uma vaga na sua unidade de desenvolvimento em 2009, e na metade do campeonato o promoveram à equipe principal. Ele teve tempo para causar uma boa impressão, e ser mantido no time para o ano seguinte.

Em 2010, Foster explodiu! Aproveitando o amigável esquema ofensivo dos Texans, ele correu 1616 jardas com média de 4.9 por tentativa e um total de 18 TDs.

Ano passado, ele começou o ano contundido, mas depois que retornou ao time foi peça fundamental na campanha que levou os Texans pela 1ª vez aos Playoffs, e foi recompensado com a renovação de seu contrato.

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Punts – Explorando a Tampa-2

Posted in Punts by JP
May 08 2012
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A cobertura por zona chamada TAMPA-2 é uma variação do COVER-2 tradicional, a diferença básica está no posicionamento do Linebacker central, que nesse caso recua mais do que o normal.

O nome dos esquemas de cobertura levam um número do lado, que representa quantos jogadores têm responsabilidade por zonas no fundo do campo, nesse caso são os 2 Safeties. Se fosse COVER-3, por exemplo, seriam 3 jogadores no fundo, normalmente 2 Cornerbacks e 1 Safety.

Ela nasceu na década de 90, quando o Tampa Bay Buccaneers jogava na NFC North, e enfrentava 2 vezes por ano o Green Bay Packers com Brett Favre (QB) em seu auge.

Favre tinha um braço incomparável, e o explorava com vários passes longos juntos à lateral do campo, ou em rotas POST.

Para combatê-los, os Buccanneers resolveram alinhar seus Safeties mais recuados, dando a eles a responsabilidade nessas bola fundas pela extremidade.

Muitos times adotaram essa cobertura como base de sua defesa na época, e até hoje é usado em certas variações, como no caso do Chicago Bears e Minnesota Vikings.

Mas como tudo na vida, ela tem seus pontos vulneráveis. A idéia hoje é ver quais tipos de jogadas são mais efetivas contra ela.

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O Esquema

Como dito, esse esquema de cobertura é efetivo tanto contra os passes longos, como contra os curtos.

Os espaços mais vulneráveis são o das laterais entre as 2 áreas de cobertura (a do Cornerback e a do Safety), e o fundo do campo pelo meio, por trás do Linebacker Central.

Veja o Tampa-2 no desenho abaixo:

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Jogo de Corridas

As equipes que usam o TAMPA-2 como base têm resultados diferentes contra o jogo de corridas. Bears e Vikings têm um bom histórico estatístico nesse quesito.

Em compensação, os Buccanneers, mesmo em seu auge, e os Colts até o ano passado, apresentavam vulnerabilidade contra as corridas, talvez até pela característica de seus jogadores, um pouco menores que a média em suas posições.

Jogadas tipo POWER O, Fullback LEAD e TRAPs costumam ter sucesso, e também DRAWs, induzindo o Linebacker interno a recuar.

Na série Playbook do ano passado, destaquei uma jogada dessas (DRAW), usada com sucesso pelo Detroit Lions, contra o Chicago Bears. Clique Aqui para vê-la.

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Jogo Aéreo

As jogadas aéreas mais eficientes contra essa cobertura são as que exploram “fronteiras” das zonas.

Um exemplo está aqui em baixo, usando o conceito de SMASH, 2 rotas numa mesma direção, mesma lateral.

Aqui, o Tight End correria uma rota OUT curta, mantendo o Cornerback preso à sua zona, enquanto o Wide Receiver, começa com um realease por dentro, e depois assume um OUT intermediário, na frente do Safety daquele lado.

O resultado pode ser um ganho entre 8 – 15 jardas, dependendo da profundidade em que o Safety tenha alinhado.

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O SLANT é uma jogada que funciona contra quase todos os tipos de marcação. Vamos ver uma variação sua que afeta o TAMPA-2, o DELAYED SLANT.

Novamente o Tight End vai servir como isca para no lance, correndo uma rota IN curta. O objetivo é atrair o Linebacker externo do STRONGSIDE, que sabe que seu colega interno irá se posicionar ao fundo, e deixa aquele setor interno desguarnecido.

Após alguns instantes, o Wide Receiver que primeiro fingiria estar esperando um SCREEN, partiria numa rota SLANT, e ao receber a bola teria espaço para avançar com ela nas costas do Linebacker.

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Uso dos Tight Ends

Essa atual safra de Tight Ends, pela velocidade que apresentam, é um grande desafio para as defesas, inclusive as que usam o TAMPA-2.

Eles podem ser mortais no fundo do campo de duas formas:

  • POST – rota longa vertical, virando em 45º para o lado interno. Ele teria como objetivo ultrapassar o Linebacker central, entre os 2 Safeties.
  • PIN – rota longa vertical, virando num ângulo externo. Ele atrairia o Safety para dentro, e depois tentaria se distanciar dele, correndo em direção à lateral.

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Criatividade

Contra qualquer esquema defensivo, nada funciona melhor do que fazer o inesperado. Os coordenadores e jogadores estudam intensamente os vídeos dos jogos anteriores de seus adversários, buscando tendências de formações e movimentações. Ao inovar em campo, eles ficam confusos e aumenta a possibilidade de erro nas coberturas.

No desenho abaixo, tento imaginar uma foma de surpreender a defesa. Entraria com 3 Wide Receivers contra a formação NICKEL da Cover-2.

Alinharia os 3 WRs de um mesmo lado (BUNCH), atraindo algum jogador que ficaria no lado oposto, e então exploraria esse lado desguarnecido. Usaria o Tight End para prender o Cornerback na lateral, e passaria a bola para o Running Back, numa rota WHEEL pelo meio, que teria campo aberto para avançar.

O princípio seria parecido com o utilizado na SLANT, mas o segredo é justamente, a formação inesperada, influenciando a cabeça dos defensores.

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Linhas Ofensivas – Giants / Redskins

Posted in Linhas Ofensivas, NFC EAST by JP
May 07 2012
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Vamos olhar a performance das linhas ofensivas em relação à proteção ao passe, e ao bloqueio para o jogo de corridas.

PBE = índice de proteção ao passe, que considera o número de snaps, sacks, hits e pressures permitido pela unidade ou jogador específico.

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New York Giants

Unidade:

PBE = 72.6 – (32ª da NFL)
28 sacks / 28 hits / 164 pressures

Titulares:

LT – David Diehl – PBE: 91.8 / 627 Snaps / 9 S – 8 H – 48 P
LG – Kevin Boothe – PBE: 97.4 / 392 Snaps / 2 S – 1 H – 10 P
C – David Baas – PBE: 97.6 / 389 Snaps / 2 S – 4 H – 6 P
RG – Chris Snee – PBE: 96.2 / 578 Snaps / 4 S – 6 H – 18 P
RT – Kareem McKenzie – PBE: 92.7 / 626 Snaps / 6 S – 6 H – 47 P

Outros:

T – William Beatty – PBE: 93.6 – 380 Snaps / 4 S – 3 H – 24 P
G – Mitch Petrus – PBE: 94.7 – 131 Snaps / 1 S – 0 H – 8 P

Bloqueio:

  • Média de jardas por tentativa: 3.5 (32ª da NFL) *
  • Total de TDs: 19 **

O quadro abaixo mostra a performance dos Running Backs, quando atacam cada GAP:

* Outras corridas influenciam essa média, como END AROUNDS, fugas do pocket pelo QB, etc.
** O 19º TD aconteceu num QB SCRAMBLE.

Esse ranking do PBE da unidade (32º da NFL), mostra o quanto o time subiu de produção na hora certa, nos Playoffs do campeonato.

A vaga de Right Tackle está aberta, Kareem McKenzie não deve retornar ao time, e a disputa por ela deve ficar entre William Beatty e o calouro Brandon Mosley.

Incrível também os Giants terem a pior média de jardas por tentativa da liga. Esse número foi impactado pela contusão de Ahmad Bradshaw (RB), e mostra porque eles optaram por não manter Brandon Jacobs (RB), e buscar um reforço no 1º round do Draft (David Wilson).

Apesar disso, o total de TOUCHDOWNS conquistados pelo jogo de corridas foi bom, mostrando eficiência dentro da REDZONE.

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Washington Redskins

Unidade:

PBE = 75.1 – (28ª da NFL)
27 sacks / 43 hits / 135 pressures

Titulares:

LT – Trent Williams – PBE: 96.0 / 372 Snaps / 2 S - 4 H - 13 P
LG – Maurice Hurt – PBE: 94.2 / 321 Snaps / 3 S – 8 H – 13 P
C – Will Montgomery – PBE: 97.2 / 645 Snaps / 2 S - 6 H – 16 P
RG – Chris Chester – PBE: 96.6 / 645 Snaps / 1 S – 5 H – 23 P
RT – Jammal Brown – PBE: 92.5 / 463 Snaps / 9 S – 5 H – 29 P

Outros:

T – Sean Locklear – PBE: 93.3 – 205 Snaps / 4 S – 1 H – 12 P
T – Tyler Polumbus – PBE: 91.2 – 148 Snaps / 1 S – 4 H – 11 P
T – Willie Smith – PBE: 89.1 – 144 Snaps / 3 S – 10 H – 7 P
G – Kory Lichtensteiger – PBE: 96.0 / 158 Snaps / 1 S – 0 H – 3 P
C – Eric Cook – PBE: 96.2 / 124 Snaps / 1 S – 0 H – 5 P

Bloqueio:

  • Média de jardas por tentativa: 4.0 (22º da NFL) *
  • Total de TDs: 8 **

O quadro abaixo mostra a performance dos Running Backs, quando atacam cada GAP:

* Outras corridas influenciam essa média, como END AROUNDS, fugas do pocket pelo QB, etc.
** O 8º TD aconteceu num QB SCRAMBLE.

Esse foi o 2º ano sob o comando de Mike Shannahan (HC), que modificou a filosofia ofensiva, aplicando o ZONE BLOCKING na linha ofensiva.

Ela ainda não está consolidada por jogadores com as características certas para executar o sistema, mas como não vimos reforços de peso para o setor nem na FREE AGENCY, nem no Draft, imagino que eles tenham confiança que alguns jovens evoluam.

Um bom projeto foi adicionado nos rounds finais do Draft, Tom Compton (OT), mas ele ainda não está pronto para atuar.

O sucesso ofensivo do time estará ligado à performance do jogo de corridas, que sempre foi excelente nos times do Shanahan.

Ano passado, eles começaram bem, mas a produção caiu depois da contusão de Tim Hightower (RB), que ainda não teve seu contrato renovado. Seja quem for o Running Back titular, o número de TDs precisa aumentar.

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