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Playbook – SUPER BOWL XLVI

Posted in Playbook - 2011 by JP
Feb 10 2012
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Victor Cruz x Patriots

Os Giants entraram com 3 Wide Receivers.

Os Patriots defenderam com sua formação 3 x 4, sem nenhum Cornerback extra.

Assim como no Super Bowl do ano passado, um dos TDs da partida saiu numa jogada chamada DOUBLE POST, quando 2 Wide Receivers alinhados de um mesmo lado do campo, usam simultaneamente rotas POST.

Diferente do lance executado pelo Green Bay Packers, que o fez na intermediária do campo, o New York Giants a usou próximo da GOAL LINE. No primeiro caso, Aaron Rodgers explorou a indefinição do Safety adversário, enquanto Eli Manning tinha seus alvos em marcação simples.

Apesar de ter os 2 Safety em campo, a defesa dos Patriots apresentava uma marcação homem-a-homem sem ninguém na sobra, a chamada COVER-0.

O Safety Patrick Chung (nr.25) tinha como responsabilidade principal marcar o Tight End Jake Ballard (nr.85), caso ele saísse em alguma rota.

Do lado esquerdo, Hakeem Nicks (WR – nr.88) era marcado individualmente por Devin McCourty (CB – nr.32) e Victor Cruz (WR – nr.80) pelo Safety James Ihedigbo (nr.44).

Após assistir o vídeo da jogada repetidamente, fiquei com a impressão que o alvo primário do passe era Nicks, mas como Ihedigbo se atrasou em acompanhar Cruz, ele ficou no “caminho” de um possível passe para Nicks.

Jerod Mayo (LB – nr.51) foi designado para marcar Brandon Jacobs (RB), mas como este não saiu em rota, ele pôde se aproximar de Cruz, limitando o ângulo para o passe.

Eli Manning (QB – nr.10) fez então um passe arriscado, mas sob medida para o TOUCHDOWN dos Giants.

Para conter a BLITZ de 6 homens dos Patriots, New York usou um esquema de proteção com 7 jogadores (MAX PROTECT), onde Ballard e Jacobs bloquearam os Linebackers externos, deixando a linha ofensiva enfrentar seus adversários da linha defensiva e o Linebacker interno Brandon Spikes (nr.55).

Como digo sempre, tenho preferência por marcações tipo Zona dentro da REDZONE, mesmo que nesse caso específico a diferença entre o TD e uma interceptação tenha sido apenas a falta de instinto de Mayo, que não se virou em direção à bola.

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Clique na imagem abaixo para o video do lance:

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Playbook 2011 – Championship Weekend

Posted in Playbook - 2011 by JP
Jan 27 2012
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Bear Pascoe x 49ers

Os Giants entraram com um segundo Tight End no lugar do Fullback, e alinharam os 2 Wide Receivers do lado direito.

Os 49ers defenderam com sua formação Base 3 x 4, deixando apenas 1 Safety do lado esquerdo.

Recentemente temos visto aumentar o uso da rota ACROSS para os Tight Ends, pois ela testa a disciplina dos defensores em cobertura zona ou homem-a-homem.

O coordenador ofensivo dos Giants foi além e colocou 2 jogadores em rotas cruzadas, o Tight End Bear Pascoe (nr.86) e Victor Cruz (WR – nr.80).

Para gerar mais espaço no meio da defesa dos 49ers, outros 3 jogadores saíram em rotas:

  • Brandon Jacob (RB – nr.27) num V (ou CUT) atraindo o Safety Donte Whitner (nr.31).
  • Jake Ballard (TE – nr.85) no FLAT direito levando Patrick Willis (ILB – nr.52) com ele.
  • Hakeem Nicks (WR – nr.88) num FLAG prendendo 2 defensores: Carlos Rogers (CB – nr.22) e Dashon Goldson (S – nr.38).

Navorro Bowman (ILB – nr.52) ficou em dúvida se marcava de Pascoe ou Cruz, dando a oportunidade para Eli Manning (QB – nr.10) optar pelo alvo mais seguro, no caso Pascoe.

Vale exaltar a ótima proteção que a linha ofensiva deu a Manning, formando um POCKET capaz de conter 5 jogadores de San Francisco.

Na maioria das situações dentro da REDZONE, eu prefiro o uso de marcação por zona COVER-2.

Nesse caso específico, assumindo o mesmo alinhamento que os 49ers usaram, distribuiria os defensores da seguinte forma:

Como o lado esquerdo está desocupado de Wide Receivers, eu daria uma dupla responsabilidade ao Safety Donte Whitner, deixando-o ler qual setor estava mais ameaçado o FLAT ou o CORNER.

Isso liberaria o Linebacker externo para a BLITZ, e deixaria os 2 Linebackers internos protegendo o meio do campo.

Com funções específicas atribuídas, o Cornerback Tarrell Brown (nr.25) e o Safety Dashon Goldson (nr.38) não ficariam tão perdidos como pareceram na jogada.

Claro que é mais fácil falar aqui do que executar em campo…

Clique na imagem abaixo para o video do lance:

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Playbook 2011 – Divisional Weekend

Posted in Playbook - 2011 by JP
Jan 20 2012
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Alex Smith x Saints

Os 49ers entraram com um 3 Wide Receivers, e ao colocar o Running Back Frank Gore (nr.21) no SLOT, apresentaram a formação chamada EMPTY BACKFIELD.

Os Saints defenderam com sua formação DIME, substituindo 2 Linebackers por 1 Safety e 1 Cornerback extras.

O BOOTLEG nasceu como uma forma de aliviar a pressão ao Quarterback movendo-o para fora do POCKET, e colocando-o na reta de seus alvos para passe. Porém, Quarterbacks, capazes de correr com a bola, podem deixar essa técnica também mortal no jogo terrestre.

Usar essa jogada foi uma decisão arriscada, pois se anulada atrás da linha de Scrimmage poderia até tirar os 49ers de uma boa posição para chute.

Para aumentar a possibilidade de sucesso no lance, Jim Harbaugh (HEAD COACH – 49ers) alinhou seu ataque de um modo a parecer certamente um passe, e ao mover Gore para o lado contrário no qual ele se desenvolveria, esperava atrair algum Safety e o Linebacker Jonathan Vilma (nr.51).

Do lado esquerdo ficaram então 2 Cornerbacks responsáveis pela marcação aos 2 Wide Receivers do setor, que acabaram sobrepujados pelo esquema de bloqueio.

Os integrantes da linha ofensiva, mais conhecidos por sua capacidade de bloqueio frontal, moveram-se à esquerda surpreendendo a linha defensiva de New Orleans. Mike Iupati (G – nr.77) juntou-se a Michael Crabtree (WR – nr.15) anulando o Cornerback Tracy Porter (nr.22).

Pelo meio uma nova dupla marcação complicou a vida do Safety Malcom Jenkins (nr.27), dessa vez por Anthony Davis (OT – nr.76) e Vernon Davis (TE – nr.85).

O grande bloqueio na jogada acabou sendo feito pelo Left Tackle Joe Staley (nr.74), já a quase 20 jardas à frente da linha de Scrimmage, em cima do último jogador de cobertura dos Saints, o Safety Isa Abdul Quddus (nr.42).

Alex Smith (QB – nr.11) então contornou a defesa e correu rente à linha lateral até a ENDZONE.

A defesa dos Saints esperava de tudo nesse lance menos o BOOTLEG de Smith.

Aliado à surpresa, vimos um posicionamento infeliz, com mais defensores do que o necessário alinhados do lado direito e um jogador que teve uma movimentação curiosa: Patrick Robinson (CB – nr.21).

Robinson iniciou longe da l.inha de Scrimmage, e enquanto todos moveram-se em direção ao lado esquerdo, ele foi para o sentido contrário, deixando um buraco na área.

Demorei um pouco para entender a razão, mas depois consegui enxergar o óbvio, ele simplesmente levou sua responsabilidade ao pé da letra demais.

Sua função era marcar homem-a-homem Kyle Williams (WR – nr.10), e como este deu alguns passos à direita (para ajudar no bloqueio do Defensive End), Robinson fez o mesmo, talvez pensando que pudesse acontecer um REVERSE para Williams.

Será que se ele tivesse lido corretamente o BOOTLEG, teria impedido o TOUCHDOWN?

Clique na imagem abaixo para o video do lance:

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Hoje é a vez dos Punters.

Qual o Punter da AFC em 2011 (1 escolha) ?

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Playbook 2011 – Wildcard Weekend

Posted in Playbook - 2011 by JP
Jan 13 2012
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Daniel Fells x Steelers

Os Broncos entraram com um 2º Tight End no lugar de um de seus Wide Receivers.

Os Steelers defenderam com sua formação MONSTER. O Jogador extra da linha defensiva substituiu um dos Safeties.

Essa jogada é interessante porque ela usou vários conceitos que exploramos no Playbook desse ano.

1) Esconder a jogada

A formação escolhida por Denver “gritava” jogo de corrida, com grande chance de acontecer pelo lado direito, por isso Pittsburgh amontoou a linha de Scrimmage, mas manteve um Cornerback no setor com a função de contenção.

2) Movimentação

A linha ofensiva usou uma prática de difícil execução, o SPRINT, com seus jogadores partindo para formar um POCKET do lado direito.

Essa movimentação é diferente da lateral usada em corridas tipo STRETCH, e denúncia que acontecerá um passe. O que complicou a defesa foi o BOOTLEG de Tim Tebow (QB – nr.15), para o lado oposto.

3) Double MOVE

Daniel Fells (TE – nr.86) usou um DOUBLE MOVE para ficar livre de marcação. Ele começou correndo como se fosse usar uma rota ACROSS, mas no meio do caminho girou e partiu rumo ao fundo do campo (FLY ou GO).

Tebow então tinha 3 alvos para escolher, Demaryius Thomas (WR – nr.88) numa rota HOOK, marcado por Ike Taylor (CB – nr.24), Dante Rosario (TE – nr.81) alinhado inicialmente como Fullback, no FLAT acompanhado por James Harrison (OLB – nr.92), e Fells livre pelo meio. Boa escolha!

A jogada só não causou mais estrago, porque William Gay (CB – nr.22), inicialmente marcando Virgil Green (TE – nr.85) na rota POST, conseguiu chegar em Fells.

Os Steelers usaram o COVER – 3 no lance, com Troy Polamalu (S – nr.43) alinhado bem distante da linha de Scrimmage.

Durante a transmissão, o comentarista da CBS achou que Polamalu leu a rota ACROSS de Fells e resolveu antecipá-la. Particularmente não sei se foi o caso.

Revendo o video, acho que Polamalu saiu para fazer uma dupla cobertura em Thomas, que vinha sendo o jogador mais perigoso da partida, confiando que James Farrior (ILB – nr.51) estivesse com Fells sob controle.

Sem culpa da confusão defensiva, Fells aproveitou sua ausência no fundo para obter um grande avanço.

Clique na imagem abaixo para o video da jogada

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10 JARDAS BOWL

Hoje é a vez dos Kickers.

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Playbook 2011 – Semana 17

Posted in Playbook - 2011 by JP
Jan 06 2012
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Brent Celek x Redskins

Os Eagles entraram com 3 Wide Receivers.

Os Redskins defenderam com sua formação NICKEL.

A jogada usada por Philadelphia foi um TIGHT END SCREEN.

Extremamente eficiente quando surpresa, ela não é tão comum porque a maioria dos times não têm Tight Ends atléticos o suficiente para executá-la.

O primeiro passo é “vender a idéia” que o lance acontecerá do lado oposto ao real. Para isso 2 dos Wide Receivers foram colocados no lado esquerdo, e para lá LeSean McCoy (RB – nr.25) também se movimentou após o SNAP, onde então bloqueou Rob Jackson (OLB – nr.50).

Concluindo o processo, Michael Vick (QB – nr.7) recua 7 passos depois do SNAP, sempre virado para o lado esquerdo, antes de girar o corpo e lançar a bola para Brent Celek (TE – nr.87).

Celek também ajudou a dissimular a jogada, primeiro atuando no bloqueio a Ryan Kerrigan (DE – nr.91), e depois o soltando para ir de encontro à Vick.

Para abrir o caminho de Celek, 2 dos jogadores da linha ofensiva avançaram. Todd Herremans (RT – nr.79) anulou o Safety Reed Doughty (nr.37), enquanto Danny Watkins (G – nr.63) tentou colocar-se no caminho de Keyaron Fox (ILB – nr.51).

Fox conseguiu chegar em Celek antes que ele cruzasse e ENDZONE, mas não foi capaz de impedi-lo. TOUCHDOWN.

Como disse, se bem construída, essa jogada é mortal.

A única chance da defesa de evitar maiores danos é reconhecendo-a rapidamente, e seus jogadores sendo capazes de se desvencilhar dos bloqueadores.

Aqui, tanto Fox como Reed a identificaram rapidamente, no entanto Reed ficou preso no bloqueio de Herremans, e Fox, que fugiu de Watkins, não conseguiu um tackle em Celek.

London Fletcher (ILB – nr.59) “caiu” na simulação dos Eagles, movimentando-se para o lado errado, e Kerrigan quando percebeu o que tinha acontecido, já não tinha qualquer chance de recuperação.

clique na imagem abaixo para video do lance:

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10 JARDAS BOWL

Continuamos a votação do jogadores de defesa.

Como disse antes, o time jogaria na formação 4 x 3. Para isso selecionei os jogadores não pelas suas posições oficiais, mas como eles se adaptariam no sistema.

Hoje é a vez dos Cornerbacks.

Quais os Cornerbacks da AFC em 2011 (2 escolhas) ?

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Playbook 2011 – Semana 16

Posted in Playbook - 2011 by JP
Dec 30 2011
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Cam Newton x Buccaneers

Os Panthers entraram com 3 Wide Receivers, colocando Cam Newton (QB – nr.1) em SHOTGUN.

Os Buccaneers defenderam com sua formação NICKEL, onde Ronde Barber (CB – nr.20) alinha por dentro.

Newton se tornou um desafio para as defesas adversárias, quando os Panthers decidiram usar o conceito do OPTION na NFL.

Existem algumas formas para essa jogada, mas vamos nos concentrar no tipo utilizado nesse TD contra os Buccaneers, onde o Quarterback decide se entrega a bola ao Running Back ou a carrega ele mesmo.

A chave para a jogada é a leitura em cima do Defensive End do lado correspondente, se ele manter seu posicionamento (contenção) o QB deve deixar a bola com o RB, mas se ele entrar no BACKFIELD em perseguição ao RB, o QB assume a corrida.

Foi exatamente o que aconteceu no lance. Quando o Right Tackle Byron Bell (nr.77) adiantou-se no bloqueio, Michael Bennett (DE – nr.71) viu o espaço aberto para interromper o avanço de Jonathan Stewart (nr.28). Em vão, pois a bola permaneceu nas mãos de Newton.

Alguns bloqueios relevantes:

  • Greg Olsen (TE – nr.88) com a ajuda de Bell, em cima de Mason Foster (ILB – nr.59)
  • Kealoha Pilares (WR – nr.81) atrapalhando Ronde Barber (CB – nr.20)

Newton então deixou Quincy Black (OLB – nr.58) no vácuo, aproveitou os bloqueios da direita para avançar, e teve um último obstáculo à frente: Tanard Jackson (S – nr.36).

Com um drible desconcertante, ele deixou Jackson no chão e seguiu até o TOUCHDOWN sob perseguição de Black, Barber, Sean Jones (S – nr.26), Adrian Clayborn (DE – nr.94), Elbert Mack (CB – nr.33) e EJ Biggers (nr.31). Esses 2 últimos ainda tentaram tackles, mas Newton nem se abalou.

A defesa de Tampa estava numa formação apropriada para conter essa jogada (COVER-1), não era nenhuma surpresa que Carolina pudesse utilizá-la.

Para o sucesso defensivo 2 aspectos são fundamentais: reação rápida e boa técnica (tackles e desvencilhar de bloqueios). Nenhum dos 2 foi eficiente.

Sean Jones e Quincy Black penetraram como se fossem de encontro a Steward, enquanto Foster e Barber não se livraram a tempo de seus bloqueadores para influir no lance. Finalizando, Jackson ficou de “cintura dura” e levou o drible.

Clique na imagem abaixo para video do lance:

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10 JARDAS BOWL

Continuamos a votação do jogadores de defesa.

Como disse antes, o time jogaria na formação 4 x 3. Para isso selecionei os jogadores não pelas suas posições oficiais, mas como eles se adaptariam no sistema.

Hoje é a vez dos Safeties.

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Playbook 2011 – Semana 15

Posted in Playbook - 2011 by JP
Dec 23 2011
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Bernanrd Scott x Rams

Os Bengals entraram com sua formação JUMBO (3 Tight Ends + Fullback + Running Back).

Os Rams defenderam com sua formação MONSTER, que apresenta 6 jogadores na linha defensiva, além de 2 Linebackers e 3 Safeties.

A jogada escolhida pelos Bengals é uma das mais básicas e também mais eficientes no jogo de corridas, o POWER O.

Ela pode acontecer por fora do Offensive Tackle ou pelo GAP entre ele e o Guard.

Quando realizada por fora, a idéia é estender a área de atuação da linha ofensiva, e colocar bloqueadores mais pesados contra defensores menores (linebackers e safeties).

O papel do Fullback, no caso o improvisado mas volumoso Domata Peko (DT – nr.94) é enfrentar o defensor mais ao extremo, aqui o Safety Quintin Mikell (nr.27).

Quem completa a ação é um dos jogadores da linha ofensiva, saindo de sua posição original (PULL), rumo à esquerda. O Running Back deverá seguir o trajeto deste jogador (LEAD).

Nesse lance, foi o Right Guard Mike McGlynn (nr.66) com o PULL, que cruzou à frente de James Laurinaitis (ILB – nr.55) e Darian Stewart (S – nr.20), abrindo o espaço por onde passou Bernard Scott (RB – nr.28) para o TOUCHDOWN.

Stewart tinha movimentando-se antes do SNAP, acompanhando o Tight End Colin Cochart (nr.81) da direita para a esquerda. Isso complementou o bloqueio mas não é fundamental nesse tipo de jogada. Cochart acabou sendo responsável por anular Brady Poppinga (OLB – nr.51).

Outro ponto interessante foi o uso do Offensive Tackle Denis Roland (nr.74) na função de Tight End. Ele bloqueou Robert Quinn (DE – nr.94).

Como disse antes o POWER O é extremamente eficiente, e só pode ser evitado se o jogador da extremidade, bloqueado pelo Fullback, reconhecer a jogada e ganhar um posicionamento por dentro, estreitando a passagem do Running Back.

Por uma questão de distância entre as linhas e os Linebackers, o POWER O funciona melhor contra a defesa base 4 x 3, pois no 3 x4 os defensores têm mais espaço para fugirem dos bloqueios.

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Clique na imagem abaixo para o vídeo do lance:

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10 JARDAS BOWL

Continuamos a votação do jogadores de defesa.

Como disse antes, o time jogaria na formação 4 x 3. Para isso selecionei os jogadores não pelas suas posições oficiais, mas como eles se adaptariam no sistema.

Hoje é a vez dos Linebackers Externos.

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Playbook 2011 – Semana 14

Posted in Playbook - 2011 by JP
Dec 16 2011
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Esse ano a série Playbook trará semanalmente, a análise de uma jogada enviada por vocês.

A de hoje no entanto foi escolhida por mim mesmo.

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Tony Romo x Giants

Os Cowboys entraram com 3 Wide Receivers, e seu Quarterback Tony Romo (nr.9) alinhado em SHOTGUN.

Os Giants usaram sua defesa NICKEL, com o Cornerback extra substituindo um dos Linebackers.

Os jogadores da linha ofensiva dos Cowboys usaram uma técnica chamada 2 POINT STANCE, um pouco mais de pé, sem a mão no chão, indicando que seria uma jogada aérea, pois ela é mais adequada à função de proteção do que bloquio ao jogo de corridas.

Já os Giants aproximaram 2 Linebackers e 1 Safety à linha de Scrimmage pelo centro-esquerda ameaçando uma BLITZ por esse lado, e marcação homem-a-homem sem cobertura dos Safeties (COVER-0), pois Antrel Rolle (S – nr.26) tinha como responsabilidade principal marcar alguma rota que o Running back Felix Jones (nr.28) fosse entrar.

A jogada escolhida por Dallas foi perfeita: a SPRINT PLAY.

Depois do SNAP, a linha ofensiva e o Tight End Jason Witten (nr.82) moveram-se para a direita em bloco, formando o POCKET numa área inesperada.

Isso teve 2 efeitos: anulou a BLITZ já que a movimentação foi para o lado contrário de onde ela vinha, e aproximou Tony Romo do seu alvo primário, o Wide Receiver Miles Austin (nr.19).

Austin correu um OUT, sempre um passo à frente de seu marcador direto Aaron Ross (CB – nr.31), e recebeu a bola no FLAT para o TOUCHDOWN.

Particularmente, gosto mais da marcação zona dentro da ENDZONE.

Não significa que evitaria o TD porque o elemento surpresa da SPRINT PLAY causaria confusão.

O esquema abaixo leva em consideração a BLITZ optada pelos Giants:

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Clique na imagem abaixo para o vídeo do lance:

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Como disse antes, o time jogaria na formação 4 x 3. Para isso selecionei os jogadores não pelas suas posições oficiais, mas como eles se adaptariam no sistema.

Hoje é a vez dos Linebackers Internos.

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