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Punts – Antes do Super Bowl

Posted in Punts by JP
May 15 2012
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No começo do século XX a grande força do esporte era o futebol americano universitário.

Alguns times profissionais já existiam, e até mesmo uma liga chamada American Professional Football Association, mas não conseguiam atrair o público de forma consistente.

Em 1922, ela muda de nome para NFL, e alteraria a história dos esportes americanos.

Dos 18 times que disputaram o campeonato de 1922, apenas 3 continuam ativos: Chicago Bears, Green Bay Packers e Chicago Cardinals (agora no Arizona).

Clique na imagem abaixo para timeline de entrada das franquias na NFL:

Sua 1ª estrela foi o Running Back Red Grange. Famoso por seus tempos na Universidade de Michigan, ele se integrou ao Chicago Bears e trouxe público para os jogos, abrindo o caminho para outros jogadores de renome do campeonato universitário.

Tiveram alguns períodos de baixa como na grande depressão e 2ª guerra mundial, bem como a concorrência de outras ligas como a All-America Football Conference (AAFC), fundada no meio da década de 40, mas a NFL superou-as e continuou crescendo.

Em 1950, alguns dos principais times da AAFC foram anexados à liga como o San Francisco 49ers, Baltimore Colts, e o Cleveland Browns, este último a maior potencia do esporte no período.

Chegou então a era da American Football League, que mais tarde também seria incorporada, levando a criação do SUPER BOWL, e da NFL como vemos hoje.

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Os Campeões

A partir de 1933 o campeonato passou a ser decidido em 1 jogo final, disputado pelos vencedores das 2 divisões, em que os times eram separados.

O maior vencedor antes do Super Bowl foi o Green Bay Packers, com um total de 11 títulos, 3 deles antes de existir finais (1929-1931), e outros 5 sob a tutela de Vince Lombardi, o mais celebrado HEAD COACH de todos os tempos.

Veja a relação de campeões:

  • Green Bay Packers – 11 títulos
  • Chicago Bears - 7 títulos
  • New York Giants – 4 títulos
  • Cleveland Browns - 4 títulos
  • Detroit Lions - 4 títulos
  • Baltimore Colts - 3 títulos – depois mudaria-se para Indianapolis
  • Philadelphia Eagles – 3 títulos
  • Chicago Cardinals – 2 títulos – depois mudaria-se para St Louis e Arizona
  • Los Angeles Rams – 2 títulos – depois mudaria-se para St Louis
  • Washington Redskins - 2 títulos
  • Minnesota Vikings – 1 título

O Dallas Cowboys chegou a 2 finais, mas foi derrotado em ambas, já o Pittsburgh Steelers, que viria a ser o maior vencedor da era SUPER BOWL, nem às finais chegava nessa época.

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Evolução Tática

Dois momentos alteraram de vez a dinâmica do esporte, possibilitando o que vemos hoje.

Em 1950, depois de alguns anos em experiência, a livre substituição, enquanto o jogo está parado, foi liberada.

O resultado disso é a especialização de funções, e a criação das 2 unidades: ataque e defesa.

Mais descansados e melhor preparados, os jogadores podiam executar as novas estratégias e conceitos idealizados pelos treinadores.

Talvez a mais decisiva para o andamento do jogo foi o desenvolvimento dos esquemas de proteção ao passe.

Paul Brown, então HEAD COACH do Cleveland Browns, mexeu na linha ofensiva, criando funções e movimentações específicas para a proteção ao passe, teve sucesso imediato, aumentando em mais de 5% o índice de passes completos por seu Quarterback em relação ao resto da liga.

Os Browns chegaram a final do campeonato por 6 anos consecutivos, vencendo 3 delas. Sua estratégia virou modelo para os demais times da NFL.

O Grande Craque

Vários craques encantaram o público em seus tempos como Sammy Baugh (QB/ S / P – Redskins), Frank Gifford (WR - Giants) e Johnny Unitas (QB – Colts), ajudando a criar a mística da NFL.

Mas o grande craque, eleito pela Sporting News no ano 2002 como o melhor jogador de todos os tempos:

Jim Brown
Time : Cleveland Browns
Posição: Running back
Draft: 6º Pick do 1º Round – 1957
Universidade de Origem : Syracuse
Carreira na NFL: 12312 Jardas corridas, 2499 jardas recebendo passes e 126 TDs totais

Brown terminou sua carreira com as inacreditáveis médias de 5.2 jardas corridas por tentativa, e mais de 100 jardas corridas por partida de sua carreira (104.3).

Atleticamente, ele estava à frente de seu tempo, e olhando os videos da época, seu confronto com os defensores era desproporcional, uma verdadeira covardia!

Ele liderou a liga em jardas corridas 8 vezes, foi eleito para o PRO BOWL em todos os anos que atuou, e levou o título de MVP 3 vezes.

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Punts – Explorando a Tampa-2

Posted in Punts by JP
May 08 2012
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A cobertura por zona chamada TAMPA-2 é uma variação do COVER-2 tradicional, a diferença básica está no posicionamento do Linebacker central, que nesse caso recua mais do que o normal.

O nome dos esquemas de cobertura levam um número do lado, que representa quantos jogadores têm responsabilidade por zonas no fundo do campo, nesse caso são os 2 Safeties. Se fosse COVER-3, por exemplo, seriam 3 jogadores no fundo, normalmente 2 Cornerbacks e 1 Safety.

Ela nasceu na década de 90, quando o Tampa Bay Buccaneers jogava na NFC North, e enfrentava 2 vezes por ano o Green Bay Packers com Brett Favre (QB) em seu auge.

Favre tinha um braço incomparável, e o explorava com vários passes longos juntos à lateral do campo, ou em rotas POST.

Para combatê-los, os Buccanneers resolveram alinhar seus Safeties mais recuados, dando a eles a responsabilidade nessas bola fundas pela extremidade.

Muitos times adotaram essa cobertura como base de sua defesa na época, e até hoje é usado em certas variações, como no caso do Chicago Bears e Minnesota Vikings.

Mas como tudo na vida, ela tem seus pontos vulneráveis. A idéia hoje é ver quais tipos de jogadas são mais efetivas contra ela.

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O Esquema

Como dito, esse esquema de cobertura é efetivo tanto contra os passes longos, como contra os curtos.

Os espaços mais vulneráveis são o das laterais entre as 2 áreas de cobertura (a do Cornerback e a do Safety), e o fundo do campo pelo meio, por trás do Linebacker Central.

Veja o Tampa-2 no desenho abaixo:

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Jogo de Corridas

As equipes que usam o TAMPA-2 como base têm resultados diferentes contra o jogo de corridas. Bears e Vikings têm um bom histórico estatístico nesse quesito.

Em compensação, os Buccanneers, mesmo em seu auge, e os Colts até o ano passado, apresentavam vulnerabilidade contra as corridas, talvez até pela característica de seus jogadores, um pouco menores que a média em suas posições.

Jogadas tipo POWER O, Fullback LEAD e TRAPs costumam ter sucesso, e também DRAWs, induzindo o Linebacker interno a recuar.

Na série Playbook do ano passado, destaquei uma jogada dessas (DRAW), usada com sucesso pelo Detroit Lions, contra o Chicago Bears. Clique Aqui para vê-la.

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Jogo Aéreo

As jogadas aéreas mais eficientes contra essa cobertura são as que exploram “fronteiras” das zonas.

Um exemplo está aqui em baixo, usando o conceito de SMASH, 2 rotas numa mesma direção, mesma lateral.

Aqui, o Tight End correria uma rota OUT curta, mantendo o Cornerback preso à sua zona, enquanto o Wide Receiver, começa com um realease por dentro, e depois assume um OUT intermediário, na frente do Safety daquele lado.

O resultado pode ser um ganho entre 8 – 15 jardas, dependendo da profundidade em que o Safety tenha alinhado.

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O SLANT é uma jogada que funciona contra quase todos os tipos de marcação. Vamos ver uma variação sua que afeta o TAMPA-2, o DELAYED SLANT.

Novamente o Tight End vai servir como isca para no lance, correndo uma rota IN curta. O objetivo é atrair o Linebacker externo do STRONGSIDE, que sabe que seu colega interno irá se posicionar ao fundo, e deixa aquele setor interno desguarnecido.

Após alguns instantes, o Wide Receiver que primeiro fingiria estar esperando um SCREEN, partiria numa rota SLANT, e ao receber a bola teria espaço para avançar com ela nas costas do Linebacker.

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Uso dos Tight Ends

Essa atual safra de Tight Ends, pela velocidade que apresentam, é um grande desafio para as defesas, inclusive as que usam o TAMPA-2.

Eles podem ser mortais no fundo do campo de duas formas:

  • POST – rota longa vertical, virando em 45º para o lado interno. Ele teria como objetivo ultrapassar o Linebacker central, entre os 2 Safeties.
  • PIN – rota longa vertical, virando num ângulo externo. Ele atrairia o Safety para dentro, e depois tentaria se distanciar dele, correndo em direção à lateral.

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Criatividade

Contra qualquer esquema defensivo, nada funciona melhor do que fazer o inesperado. Os coordenadores e jogadores estudam intensamente os vídeos dos jogos anteriores de seus adversários, buscando tendências de formações e movimentações. Ao inovar em campo, eles ficam confusos e aumenta a possibilidade de erro nas coberturas.

No desenho abaixo, tento imaginar uma foma de surpreender a defesa. Entraria com 3 Wide Receivers contra a formação NICKEL da Cover-2.

Alinharia os 3 WRs de um mesmo lado (BUNCH), atraindo algum jogador que ficaria no lado oposto, e então exploraria esse lado desguarnecido. Usaria o Tight End para prender o Cornerback na lateral, e passaria a bola para o Running Back, numa rota WHEEL pelo meio, que teria campo aberto para avançar.

O princípio seria parecido com o utilizado na SLANT, mas o segredo é justamente, a formação inesperada, influenciando a cabeça dos defensores.

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Punts – Free Agents 2012

Posted in Punts by JP
Mar 13 2012
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Hoje começa a temporada de contratações dos jogadores que tiveram seus contratos encerrados: a FREE AGENCY.

Alguns bons nomes estão disponíveis no mercado, que podem ajudar as equipes em suas carências.

Antes de sair de férias, listei 5 tópicos que me deixavam curioso sobre a OFFSEASON 2012, vamos ver como eles evoluíram:

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1) Peyton e os Colts

Estava bem claro que os Colts não pagaria o bônus contratual a Peyton Manning, permitindo que ele se tornasse um FREE AGENT.

Ele foi apenas o início da reformulação por qual o time passará. De todos os jogadores sem contrato, aparentemente só Robert Mathis (DE) permanecerá na equipe, que ainda cortou Dallas Clark (TE), Joseph Addai (RB), Gray Brackett (ILB) e outros.

Indo mais além ainda, rumores circulam dizendo que Dwight Freeney (DE) está disponível para troca.

Será que Andrew Luck (QB) está assustado olhando tudo isso?

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2) Brees e os Saints

No meio de uma OFFSEASON tumultuada pelas denúncias de recompensas para defensores que tirassem os Quarterbacks adversários de campo contundidos, que resultarão em duras punições, os Saints não foram capazes de assegurar um novo contrato para Drew Brees (QB), complicando ainda mais sua situação.

Aparentemente, Brees está pedindo muito mais do que os demais QBs de elite receberam recentemente, e o resultado foi a FRANCHISE TAG.

Isso limita a capacidade de negociação do time com seus demais atletas sem contrato, como Marques Colston (WR) e Carl Nicks (G). Este último já deixou claro que não voltará em 2012.

Defensivamente, Will Smith (DE) reestruturou seu acordo, enquanto Jonathan Vilma (ILB) permanece sob risco de ser cortado.

ATUALIZAÇÃO: Colston renovou seu contrato por mais 5 anos.

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3) Franchise Tag

21 Jogadores receberam a TAG, e têm seu poder de negociação limitado:

  • Drew Brees (QB – Saints)
  • Ray Rice (RB – Ravens)
  • Matt Forte (RB – Bears)
  • Wes Welker (WR – Patriots)
  • DeSean Jackson (WR – Eagles) – acertou a extensão do contrato
  • Dwayne Bowe (WR – Chiefs)
  • Fred Davis (TE – Redskins)
  • Chris Avril (DE – Lions)
  • Calais Campbell (DE – Cardinals)
  • Robert Mathis (DE – Colts) – aparentemente já acertou um contrato mais longo
  • Anthony Spencer (OLB – Cowboys)
  • Dashon Goldson (S – 49ers)
  • Michael Griffin (S – Titans)
  • Tyvon Branch (S – Raiders)
  • Brent Grimes (CB – Falcons)
  • Matt Prater (K – Broncos)
  • Mike Nugent (K – Bengals)
  • Connor Barth (K – Buccaneers)
  • Josh Scobee (K – Jaguars)
  • Phil Dawson (K – Browns)
  • Steve Weatherford (P – Giants) – acertou a extensão do contrato

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4) Mercado para os RBs

Como se esperava, o mercado para Running Backs continua espremido.

Ray Rice (Ravens) e Matt Forte (Bears) não receberam a oferta que esperavam, no patamar do que Adrian Peterson (Vikings) e Chris Johnson (Titans) assinaram ano passado, e como “prêmio de consolação”, ficaram com a Franchise TAG.

Arian Foster (Texans), que seria um Free Agent restrito (ver abaixo) renovou seu acordo com Houston, e com isso terá um aumento substancial.

Outro que garantiu um novo contrato foi Marshawn Lynch (Seahawks), enquanto Brandon Jacobs foi cortado pelos Giants, entrando na lista dos RBs disponíveis no mercado.

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5) Como Equilibrar?

Alguns times tiveram que se desfazer de jogadores, ou renegociar contratos para se ajustarem ao SALARY CAP de $120 Milhões (aproximado), valor semelhante ao do ano passado.

Lembrem-se que a maioria dos contratos têm clausulas de escalonamento, gerando aumentos de ano para ano. Sem elevação do CAP, cortes têm que ser feitos.

Os times que mencionei nessa situação, Giants, Steelers e Raiders fizeram algo em comum, renegociaram com seus Quarterbacks, respectivamente Eli Manning, Ben Roethlisberger e Carlson Palmer, além de outros atletas com salários altos.

Pittsburgh ainda encerrou o vínculo com 2 de seus veteranos defensores, Aaron Smith (DE) e James Farrior (ILB), enquanto Oakland com diversos jogadores sobre-pagos.

O corte mais surpreendente veio de Houston, que dispensou Eric Winston (RT), um dos melhores da liga no ano passado.

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Tipo Restritos

Jogadores que atuaram somente 3 temporadas ou menos pelos seus times caem numa lista à parte, os Free Agents restritos.

Parecido com a situação da FRANCHISE TAG, nesse caso os times designam qual tipo de categoria cada jogador se encaixa. Assim, as equipes podem decidir se igualam ou não alguma proposta contratual oferecida a eles.

São 3 faixas salariais:

  • recompensa de escolha no 1º round: $2.74 Milhões
  • recompensa de escolha no 2º round: $1.92 Milhões
  • recompensa de escolha no round original que o atlata foi selecionado: $1.26 Milhões

Alguns nessa situação:

  • Mike Wallace (WR – Steelers)
  • LeGarrette Blount (RB – Buccaneers)
  • Jake Ballard (TE – Giants)
  • Kraig Urbik (G – Bills)
  • Michael Bennett (DE – Buccaneers)
  • Lardarius Webb (CB – Ravens)

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Lista de Free Agents

Abaixo vou relacionar por posição, os jogadores TOP projetados para serem FREE AGENTs (entre parênteses, seu último time).

Não incluí na relação nenhum jogador com a FRANCHISE TAG ou restritos.

Vale lembrar que esse tipo de ranking é bem superficial, pois determinados atletas podem ser mais valiosos para um time do que outro, dependendo dos sistemas usados em cada equipe.

Levei em consideração também, idade e histórico de contusões.

Quarterbacks

  1. Peyton Manning (Colts) – assinou com os Colts
  2. Matt Flynn (Packers) – assinou com os Seahawks
  3. Alex Smith (49ers) – renovou com os 49ers
  4. Kyle Orton (Chiefs) – assinou com os Cowboys
  5. Jason Campbell (Raiders) – assinou com os Bears
  6. Shaun Hill (Lions) – renovou com os Lions

Running Backs

  1. Mike Tolbert (Chargers) – assinou com os Panthers
  2. Michael Bush (Raiders)
  3. Peyton Hillis (Browns) – assinou com os Chiefs
  4. Brandon Jacobs (Giants)
  5. BenJarvus Green-Ellis (Patriots) – assinou com os Bengals
  6. Cedric Benson (Bengals)

Fullbacks

  1. Michael Robinson (Seahawks) – renovou com os Seahawks
  2. LeRon McClain (Chiefs) – assinou com os Chargers
  3. Ahmad Hall (Titans)
  4. Spencer Larsen (Broncos)
  5. Jacob Hester (Chargers)
  6. Leonard Weaver (Eagles)

Wide Receivers

  1. Vincent Jackson (Chargers) – assinou com os Buccaneers
  2. Reggie Wayne (Colts) – renovou com os Colts
  3. Marques Colston (Saints) – renovou com os Saints
  4. Mario Manningham (Giants) – assinou com os 49ers
  5. Pierre Garçon (Colts) – assinou com os Redskins
  6. Brandon Lloyd (Rams) – assinou com os Patriots

Tight Ends

  1. Dallas Clark (Colts)
  2. Visanthe Shiancoe (Vikings)
  3. Martellus Bennett (Cowboys) – assinou com os Giants
  4. Jeremy Schockey (Panthers)
  5. Bo Scaife (Titans)
  6. John Carlson (Seahawks) – assinou com os Vikings

Offensive Tackles

  1. Eric Winston (Texans) – assinou com os Chiefs
  2. Demetrius Bell (Bills)
  3. Levi Brown (Cardinals) – renovou com os Cardinals
  4. Jared Gaither (Chargers) – renovou com os Chargers
  5. Jeff Backus (Lions) – renovou com os Lions
  6. Anthony Collins (Bengals)

Guards / Centers

  1. Carl Nicks (Saints) – assinou com os Buccaneers
  2. Chris Myers (Texans) – renovou com os Texans
  3. Scott Wells (Packers) – assinou com os Rams
  4. Evan Mathis (Eagles) – renovou com os Eagles
  5. Ben Grubbs (Ravens) – assinou com os Saints
  6. Steve Hutchinson (Vikings) – assinou com os Titans

Defensive Tackles

  1. Sione Pouha (Jets) - já renovou com os Jets
  2. Brodrick Bunkley (Broncos) – assinou com os Saints
  3. Paul Soliai (Dolphins) – renovou com os Dolphins
  4. Anthony Garay (Chargers)
  5. Pat Sims (Bengals)
  6. Aubrayo Franklin (Saints)

Defensive Ends

  1. Mario Williams (Texans) – assinou com os Bills
  2. Red Bryant (Seahawks) – renovou com os Seahawks
  3. John Abraham (Falcons) – renovou com os Falcons
  4. Jason Jones (Titans) – assinou com os Seahawks
  5. Jeremy Mincey (Jaguars) – renovou com os Jaguars
  6. Israel Idonije (Bears) – renovou com os Bears

Linebackers Externos

  1. Erin Henderson (Vikings)
  2. Jarrett Johnson (Ravens) – assinou com os Chargers
  3. Rocky McIntosh (Redskins)
  4. Geno Hayes (Buccaneers)
  5. Clark Haggans (Cardinals)
  6. Jo-Lonn Dunbar (Saints)

Linebackers Internos

  1. Curtis Lofton (Falcons)
  2. Stephen Tulloch (Titans) – renovou com os Lions
  3. Chase Blackburn (Giants)
  4. London Fletcher (Redskins)
  5. EJ Henderson (Vikings)
  6. Dan Connor (Panthers) – assinou com os Cowboys

Cornerbacks

  1. Brandon Carr (Chiefs) – assinou com os Cowboys
  2. Cortland Finnegan (Titans) – assinou com os Rams
  3. Carlos Rogers (49ers) – renovou com os 49ers
  4. Tracy Porter (Saints)
  5. Richard Marshall (Cardinals) – assinou com os Dolphins
  6. Aaron Ross (Giants) – assinou com os Jaguars

Safeties

  1. LeRon Landry (Redskins) – assinou com os Jets
  2. Reggie Nelson (Bengals) – renovou com os Bengals
  3. Jim Leonhard (Jets)
  4. OJ Atogwe (Redskins)
  5. Craig Dahl (Rams)
  6. Dwight Lowery (Jaguars) – renovou com os Jaguars

Especialistas

  1. Donnie Jones (P – Rams)
  2. Nick Folk (K– Jets) – renovou com os Jets
  3. Ted Ginn Jr (KR– 49ers)
  4. Mat McBriar (P– Cowboys)
  5. Neil Rackers (K– Texans)
  6. Jay Feely (K – Cardinals)

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Veteranos Ilustres

O destino de alguns veteranos merece atenção, por se tratar de prováveis futuros membros do HALL OF FAME.

LaDainian Tomlinson (RB – ex Jets e Chargers) se aposentará ou tentará uma nova equipe?

Randy Moss (WR – ex Vikings, Raiders e Patriots) conseguiu um retorno à NFL no San Francisco 49ers. Será que ele ainda tem velocidade?

Ronde Barber (CB – Buccaneers) continuará em Tampa para pelo menos mais 1 temporada?

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Punts – Super Bowl $$$

Posted in Punts by JP
Feb 16 2012
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Que o SUPER BOWL movimenta uma quantidade de dinheiro inacreditável nós já sabíamos, mas esse ano me deparei com alguns números que achei legal compartilhar.

Toda a receita é encaminhada para a NFL, que daí distribui para os times envolvidos e os demais. Qual o percentual de distribuição, não consegui descobrir.

Entre essas receitas estão venda de ingressos, produtos consumidos ou adquiridos no estádio, publicidade estática, estacionamento, etc.

Na sexta-feira antes do jogo, chequei no principal site de troca de ingressos online (stubhub) o valor dos ainda disponíveis. O mais barato (lá nas alturas do estádio) estava US$1.950 e o mais caro US$15.000 (andar baixo).

Vamos então a alguns pontos interessantes:

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Publicidade na TV

Este foi o 5º ano consecutivo que a audiência do SUPER BOWL quebrou o recorde histórico da TV americana. Estima-se que mais de 111 milhões de pessoas assistiram a vitória do New York Giants sobre o New England Patriots.

Apostando nesse excelente retrospecto o valor de 30 segundos de comercial rendeu à NBC (rede de TV aberta que transmitiu o jogo) US$3.5 milhões, totalizando US$250 milhões em publicidade.

Tradicionalmente, as grandes empresas usam o SUPER BOWL para o lançamento de suas campanhas anuais, e disputam entre si um título fictício de o melhor comercial do ano.

Por exemplo, de 2006 até 2011, a Anheuser-Busch InBev gastou US$246 milhões para divulgar sua marca nos SBs, a Pepsi US$210 milhões e a General Motors US$135 milhões.

Talvez o número mais curioso: cerca de 5 mihões de americanos pretendiam tocar seus aparelhos de TV em tempo de assistir a partida.

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O Anfitrião

Se não fosse uma política recente da NFL que prometeu 1 Super Bowl para cada cidade que construir novo estádio, Indianapolis dificilmente receberia a grande festa do esporte.

Ela é o 34º mercado americano em população (censo 2010 = 824.718 pessoas), e seu clima frio foge dos padrões tradicionais para o evento, mas contornável pelo estádio Lucas Oil ser coberto.

Seu centro comercial tem boa estrutura de restaurantes, porém a cidade é limitada em hotéis, apenas 6.000 quartos disponíveis. A NFL exige um mínimo de 17.000, então várias cidades satélites (de até 100 km de distância) foram utilizadas na hospedagem de times, infra-estrutura, mídia, torcedores etc.

Acredita-se que o evento movimentou entre US$200 – 250 milhões para a economia local.

Para garantir a segurança de todos, a cidade gastou cerca de US$4 milhões a mais do que o normal.

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Salários nos Playoffs

Durante todo os Playoffs, quem paga o salário dos atletas é a própria NFL.

Os valores são fixos, independentemente de quanto é o contrato de cada um com seus times, todos os 53 jogadores do elenco principal ganham a mesma quantia.

Esses valores são progressivos durante a sequência dos Playoffs, chegando até ao SUPER BOWL, onde os vencedores embolsaram US$88.000 cada, e o derrotados US$ 44.000 cada um.

No fim das contas, os jogadores dos Giants faturaram US$172.000 pela campanha vitoriosa. Curiosamente, caso tivessem se tornado campeões, os jogadores dos Patriots teriam faturado apenas US$150.000. Isso porque estiveram em BYE na 1ª rodada dos Playoffs, quando o prêmio era US$22.000.

Parando para pensar, esses valores são bem abaixo do que as grandes estrelas estão acostumadas a ganhar. Por exemplo o salário semanal de Tom Brady (QB – Patriots) durante as 17 rodadas da temporada regular foi de US$588.000 (US$9.75 Milhões no ano).

Vale lembrar que na véspera do jogo, Bill Belichick (HC – Patriots) cortou do time Tiquan Underwood (WR), promovendo Alex Silvestro (DE) da unidade de desenvolvimento para o elenco principal.

Com essa ação, Underwood deixou de receber os US$44.000, e Silvestro, que ganharia seu salário normal de US$5.700 (valor fixo para os alocados nessa unidade), viu entrar os US$44.000 em sua conta.

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Outros fatos que talvez só interessem a mim

Estima-se que a partida gerou US$ 10 BILHÕES em apostas pelo mundo inteiro.

O troféu Vince Lombardi deste ano custou US$25000

Cada anel comemorativo que será dado aos membros do New York Giants custará aproximadamente US$5.000

1.25 Mihões de Chicken Wings foram comidas durante o jogo.

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Punts – Spread Offense

Posted in Punts by JP
Aug 30 2011
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Com o início da temporada 2011 do futebol americano universitário já na nossa porta, vale a pena falarmos sobre a estratégia ofensiva usada por diversas equipes, o SPREAD OFFENSE.

Os 2 finalistas do ano passado, Auburn e Oregon o utilizam como base, bem como outras Universidades que tiveram sucesso nos últimos anos, como Florida e Oklahoma.

Quarterbacks como Tim Tebow e Cam Newton se tornaram armas mortais no jogo de corridas.

O esquema permite diversas variações, mas a base de todos está numa jogada chamada OPTION, que exploraremos aqui.

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O Princípio

O SPREAD OFFENSE surgiu simplesmente pela vontade dos coordenadores ofensivos em desafogar a linha de Scrimmage.

Com múltiplos Wide Receivers em campo, as defesas precisavam improvisar Safeties/Linebackers na sua marcação, ou substituir jogadores do FRONT 7 (linha defensiva + Linebackers) por Cornerbacks extras.

O passo seguinte foi retirar o Tight End do POCKET, movendo-o como um Receiver extra.

Isso fez com que o ataque isolasse a linha ofensiva contra menos defensores, diminuindo as possibilidades de BLITZ, e facilitando o esquema de proteção ao Quarterback.

Mais recentemente, notou-se que uma jogada antiga, chamada OPTION, torna-se muito mais eficiente, quando executada a partir de uma formação SPREAD.

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OPTION PLAY

Na figura abaixo, vemos o desenho de uma variação da jogada OPTION.

A formação é típica do sistema SPREAD OFFENSE, com 3 Wide Receivers e o Quarterback em SHOTGUN.

Neste caso específico, o Tight End vai ajudar no bloqueio enfrentando o Linebacker ou o Defensive End do lado direito.

O Quarterback vai correr com a bola, tendo o Running Back como opção de passe um pouco atrás. Quem vai determinar o andamento da jogada é o Safety.

Caso ele avance de encontro ao QB, este fará um TOSS da bola (passe para trás) ao RB. E se o Safety manter seu posicionamento, o próprio Quarterback tentará a conquista das jardas.

Uma função importante é a dos Wide Receivers do lado em que a ação acontece. Eles devem bloquear os Cornerbacks que os marcam, atrasando ao máximo suas participações no lance.

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Múltiplas OPTIONS

Os sistemas ofensivos mais sofisticados, exploram outras possibilidades do OPTION.

No esquema abaixo, vemos a ação acontecer do lado contrário à formação.

Nesse caso, o Tight End move-se para o lado oposto da linha ofensiva, após o SNAP em SHOTGUN.

Ele vira uma segunda opção para o TOSS da bola, caso o Linebacker não faça a leitura devida do lance.

Além disso, o Wide Receiver da esquerda, vai correr uma rora COMEBACK, e pode ser uma ótima alternativa se o seu marcador resolver ajudar contra o jogo de corridas.

IMPORTANTE: O passe ao WR só pode ser realizado se o QB ainda não tiver passado a linha de Scrimmage.

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Uso na NFL

O SPREAD é usado na NFL como variação ofensiva, e não como base do ataque.

Isso porque as defesas são muito mais atléticas e sofisticadas do que no futebol americano universitário, conseguindo “selar” as extremidades do POCKET, e dificultando a execução do OPTION.

Alguns times gostam mais de colocar múltiplos Wide Receivers em campo do que os demais, Exemplos de Indianapolis Colts e Arizona Cardinals.

No entanto, como a maioria dos times universitários só atuam dessa forma (e na maioria das vezes usando o SHOTGUN), temos visto os coordenadores ofensivos inserindo cada vez mais jogadas a partir desse tipo de formação, aproveitando o que seus atletas melhor conhecem.

Mesmo assim, a OPTION ainda é vista como uma jogada surpresa. No SUPER BOWL do ano passado, o Pittsburgh Steelers a utilizou numa tentativa de conversão 2 pts.

Veremos se o carolina Panthers irá incorporar no seu PLAYBOOK, explorando a explosão física de Cam Newton (QB).

Uma exceção foi o Atlanta Falcons em 2006, que explorando a capacidade atlética de Michael Vick (QB), ajustou conseguiu estabelecer o OPTION, com bom resultado. Vick avançou 1039 jardas via o jogo de corridas (número excepcional para um QB), e Warrick Dunn (RB) outras 1140 jardas.

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Defesa contra o SPREAD

Monte Kiffin, ex coordenador defensivo do Buccaneers e um dos criadores do sistema TAMPA-2, mostrou uma forma de conter o SPREAD, enquanto coordenador da Universidade Tennessee em 2009.

Contra um dos times mais especializados no uso do SPREAD, a Universidade da Florida, Kiffin aplicou um esquema agressivo, deixando os Cornerbacks em cobertura simples contra os Wide Receivers, ao usar os Safeties quase exclusivamente no combate ao jogo de corridas.

Nessa partida, Florida que tinha uma equipe muito superior, venceu Tennessee por um placar apertado, com Tim Tebow (QB) completando apenas 14 passes para 115 jardas de avanço via jogo aéreo.

Abaixo está o diagrama de como Kiffin colocou sua defesa, boa parte da partida:

Os 3 Wide Receivers de Florida foram marcados individualmente por 3 Cornerbacks, bem como o Tight End por 1 dos Linebackers.

A grande responsabilidade era dos Safeties. O posicionado mais ao fundo avançava para a área central intermediária com 2 funções, ajudar no combate ao jogo de corridas interno, ou marcar o Tight End, caso ele escapasse do seu marcador.

Já o outro Safety, posicionado no lado onde se concentra a maioria dos adversários, deve perceber qual o tipo de jogada corrida, e ajudar pelo meio ou extremidade.

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Punts – Flag Football no Brasil

Posted in Punts by JP
Aug 23 2011
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escrito por Felipe Von Zuben

Fala galera do 10 Jardas, eu sou o Felipe, head coach e fundador do Salto Flames e hoje venho falar um pouco sobre o Flag Football.

O Brasil tem uma história interessante com o F.A, em cada parte do país o esporte se desenvolveu de uma forma. Os principais foram: RJ na areia, RS com tackle e SP com o Flag.

A princípio o Flag era jogado como o tradicional do USA, 5×5 sem contato físico com o Center podendo receber a bola mas após um período o Flag 8×8 se tornou o preferido pois possui contato físico e ganhou adeptos e times no estado.

Nessa modalidade o Ataque entra em campo com QB e uma OL (G C G) podendo bloquear tanto para corrida quanto para proteção de passe, mais 4 jogadores formados por WRs, RBs, TEs, FBs. A grande diferença é na proteção do Ball Carrier que ao invés de ser “tackleado” ele é parado quando retirada uma de suas flags.

Na defesa temos normalmente 2 formações, 2×3 ou 3×2, onde a sua estratégia de jogo determina qual a melhor. LBs, MLBs, CBs, SSs, completam a defesa.

Na parte de time especial a modalidade possui todas as formações, Punt, Kickoff, Field Goal, Extra Point fazendo com que as equipes tenham que entender muito do jogo e se divida com Head Coach, Coordenador Ofensivo, Defensivo, Coordenador de Especialistas para que a evolução seja constante.

A grande sacada do Flag é que com um elenco menor e custo baixo, você pode ter uma equipe e jogar Futebol Americano tendo como tendência a evoluição da equipe para o Full Pads com o passar do tempo.

Além de melhorar organização, regras e parte financeira, os jogadores aprendem as técnicas, se apaixonam pelo esporte e quando passam a jogar o Full Pads já possuem uma experiência no esporte que faz diferença nos jogos!

Hoje no Brasil temos um grande número de equipes, onde o foco é no estado de São Paulo com grande crescimento nas cidades do interior.

Como vemos no mapa (link) grandes clubes de soccer do estado como Palmeiras, Portuguesa, apoiam e acreditam no Flag. Além disso temos equipes com apoio de prefeituras fazendo com que o Futebol americano se torne um esporte oficial da cidade.

O próprio Salto Flames tem um enorme apoio da cidade e da secretaria de esportes com transporte, equipamentos, uniformes e divulgação nas mídias locais. Hoje no Flames um jogador não precisa mais do que colocar sua chuteira, treinar e jogar. Em dias de jogos até alimentação ele recebe da equipe.

Outras cidades como Araras, Barretos, Avaré, Guarulhos, Sorocaba, Piracicaba e Taubaté também oferecem apoio para as equipes.

Para que todas essas equipes possam disputar entre si existe uma liga que cuida do Flag 8×8 em São Paulo, a APFA.

Em 2010, o Caipira Bowl surgiu com a proposta de levar o futebol americano e o flag para as praças do interior por meio de eventos competitivos com a finalidade de divulgar a modalidade, difundir a prática, aumentar o número de equipes e jogadores, e transformar o interior numa potência desse esporte.

Ao longo da competição foram realizados eventos em cada uma das cidades-sedes envolvendo as 5 equipes participantes. Todas as equipes se enfrentaram entre elas, levando ao público local uma nova modalidade esportiva totalmente empolgante e contagiante.

No final, após um campeonato de bom nível técnico e com uma organização impecável, as equipes puderam se beneficiar com os frutos deste trabalho. A imprensa local de cada cidade destacou positivamente a iniciativa das equipes, fazendo com que novos apoios surgissem. Secretarias de esportes, patrocinadores locais e clubes começaram a apoiar as equipes participantes, indicando que o objetivo principal do Caipira Bowl foi alcançado.

Em 2011, o Caipira Bowl cresceu e se transformou na APFA – Associação Pró-Futebol Americano. Palmeiras Locomotives, Salto Flames, Guarulhos Rhynos, Portuguesa, Santo André Golden Owls, Taubaté Big Donkeys, Araras Steel Hawks, Sorocaba Eagles, São Paulo Sharks e Cronos Football entraram na associação.

Além de contar com 13 equipes, a APFA está trabalhando em conjunto com os managers de novas equipes e novos núcleos de prática de flag estão em processo de desenvolvimento em diversas cidades.

Palavras do Presidente da APFA, Marco Bucci.

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Abaixo temos 2 exemplos de como funcionam as jogadas no Flag 8×8.

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Jogada de Ataque (Passe)

Nessa jogada aérea utiliza?se 3WRs e 1RB. Vejam que a OL se foca em formar o Pocket para a proteção do QB que faz o play action para o RB. O mesmo sai para uma rota curta como opção de passe rápido. Os 2WRs da esquerda cruzam em rotas Slant e Flag confundindo a marcação da defesa e o WR da direita efetua uma rota longa.

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Jogada de Ataque (Corrida)

Jogada de Corrida utlizando 2WRs, 1FB e 1RB. A OL faz uma movimentação lateral bloqueando a linha de defesa. O FB vem em seguida fazendo seu trabalho e abrindo o “corredor” para que o RB conquiste o maior número de jardas. Os 2WRs fazem o trabalho normal de anular os CBs da jogada.

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Jogada da Defesa (2×3)

Nessa jogada a defesa utliza uma formação 2×3 com uma blitz do LB. A linha de defesa sobe com função de ocupar a OL e liberar espaço para que o LB pegue o QB de surpresa numa blitz. Os outros LBs fazem marcação HxH no RB e TE por exemplo. CBs também fazem a marcação nos WRs e o SS fica em cover para ajudar na proteção do passe.

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Jogada da Defesa (3×2)

Nessa formação com 3 jogadores na linha de defesa procura-se uma maior pressão no QB. Os LBs ficam em cover protegendo o meio de campo. Os CBs marcam HxH os WRs e o SS fica em cover no fundo esperando cobrir a falha de alguma marcação.

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Em resumo, o Flag é uma ótima opção para equipes com pequenos elencos e que estão aprendendo o jogo, além de preparar o jogador para o Full Pads de uma forma mais natural.

Temos empresas, prefeituras e o público se interessando cada vez mais na modalidade e a tendência é o crescimento cada vez maior. Um exemplo é a nossa própria equipe que possui categoria Sub15, Feminina, Principal com apoio da prefeitura e patrocinadores, sem jogar o Full Pads.

Estamos crescendo aos poucos e temos certeza que em breve estaremos nos aventurando pelo Full Pads e conquistando ainda mais vitórias.

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Quero agradecer muito ao JP que sempre abre espaço para todas as modalidades e indicar os nossos contatos na internet para os interessados:

Facebook: www.facebook.com/flamesfa
Twitter: www.twitter.com/flames_football
Site: www.flamesfa.com.br
APFA: www.apfaonline.com.br
Fotos: Heloísa Rodrigues e Flávio Torres Até uma próxima oportunidade!

#BurnFlames

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Punts – Vencendo as Blitzes

Posted in Punts by JP
Aug 09 2011
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Como vimos anteriormente, os coordenadores ofensivos têm que montar as jogadas levando em conta a possibilidade de BLITZES da defesa adversária, ajustando os esquemas de proteção ao passe.

Além do bloqueio, elas também podem ser vencidas esquematicamente, com rotas e estratégias específicas que as explore.

Vamos ver algumas delas.

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Hot Reads

Idealmente, toda jogada aérea tem um alvo alternativo aos principais, determinado como HOT READ.

Na maioria das vezes, são os Running Backs ou os Tight Ends, que após verificarem sua responsabilidade de proteção, saem numa rota curta como por exemplo a FLAT ou a CURL, servindo como válvula de escape para o Quarterback, caso pressionado pela defesa.

Na figura abaixo, vemos um exemplo de uso do HOT READ com o Fullback. Para não complicar, vou deixar de lado o esquema de proteção da linha ofensiva, e concentrar apenas nos demais jogadores.

Nessa jogada, o Wide Receiver da direita seria o alvo principal usando uma rota IN, a mesma do Tight End, que tentaria atrair a marcação do Safety.

O Running Back teria a responsabilidade de conter o defensor da extrema esquerda do POCKET, enquanto o Fullback, primeiro observa alguma BLITZ por algum GAP no meio da linha ofensiva, para depois sair numa rota FLAT, assumindo o papel de HOT READ.

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Audibles

Quando os treinadores confiam na habilidade do Quarterback em ler a movimentação defensiva, identificando alguma BLITZ, eles têm autonomia para alterar a jogada, sinalizando para seus companheiros que já estavam em formação.

Essas jogadas são as chamadas AUDIBLES, pré-combinadas, com uma codificação sonora, que deve estar na memória de todos.

Torna-se comum então usar uma jogada de corrida ao invés de uma aérea originalmente anunciada, que ficaria vulnerável à BLITZ.

DRAWs e TRAPs são as que melhor funcionam nessa situação, pois os Running Backs podem explorar o GAP por onde o defensor já tinha passado.

Por exemplo, Peyton Manning (QB – Colts) sempre recebe de seu coordenador ofensivo, 3 jogadas por SNAP (normalmente 1 passe e 2 corridas), e ele determina qual usarão já na Linha de Scrimmage.

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Rotas de 3 Passos

Uma forma eficiente de conter as BLITZES é o uso de jogadas rápidas, onde o Quarterback dá apenas 3 passos para atrás, antes de se virar para executar o passe.

Esse é um dos princípios da WEST COAST OFFENSE, implementada com sucesso por Bill Walsh (ex Head Coach dos 49ers) na década de 80.

Nas rotas longas e tradicionais, o QB dá 5 ou 7 passos atrás, e consequentemente demora um pouco mais para se virar, possibilitando que os rápidos defensores vençam seus confrontos com a linha ofensiva. Agilizando a execução do passe, diminuem as oportunidades de sack.

No ano passado vimos o Chicago Bears ajustar sua estratégia ofensiva, encorporando alguns desses princípios, depois de um começo de campeonato onde a proteção ao Quarterback Jay Cutler não estava funcionando, e o time subiu de produção.

A figura abaixo mostra 4 rotas comuns da WCO:

  • WR1 : Curl
  • WR2 : Slant
  • TE : Quick Out
  • RB : Cut

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Shotgun

A formação Shotgun coloca o Quarterback de frente para a movimentação defensiva, dando mais tempo para a tomada de decisão, ao perceber a BLITZ.

Com uma boa combinação de rotas, vira uma oportunidade para explorar alguma vulnerabilidade da cobertura adversária.

A figura abaixo mostra a jogada chamada DOUBLE POST, do tipo que vimos funcionar para o Green Bay Packers no SUPER BOWL passado.

O Tight End se torna um HOT READ do lado contrário à jogada programada, e o Quarterback, atento ao lance, pode executar o passe no momento mais conveniente.

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Punts – Acordo Sindical – Final

Posted in Punts by JP
Jul 26 2011
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Finalmente chegamos ao fim do impasse entre a NFL e o sindicato dos jogadores quanto ao acordo coletivo de trabalho, cuja disputa paralisou as atividades da liga desde março.

Vários jogadores se apresentarão aos seus times a partir de amanhã, e as conversas sobre contratações já começaram.

Nem todos os detalhes do acordo foram anunciados, mas vamos aos principais pontos, começando pelas 7 questões fundamentais da negociação.

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Questões

1) contratos de calouros

Esse era o mais fácil dos itens em pauta! Os 2 lados concordavam que os contratos absurdos para os TOP 10 do Draft tinham que ser freiados.

Projeta-se que o contrato de Cam Newton (QB – Panthers) vá girar em torno de $32 Milhões por 5 ano, bem menor do que os assinados por Sam Bradford (QB – Rams) e Matt Stafford (QB – Lions), os primeiros escolhidos em 2010 e 2009.

Todos os contratos terão duração máxima de 4 anos, exceto os TOP 10. Para esses, os times terão uma opção de quinto ano com custo equivalente a média dos 5 maiores salários da posição do jogador em questão.

2) campeonato com 18 jogos

Item adormecido, mas com possibilidade de ser renegociado em breve.

3) recuperação de bônus

4 atitudes serão sujeitas a reembolso de bônus aos times: Não comparecimento ao trabalho (HOLDOUT), Prisão, Contusões não relacionadas ao esporte e Aposentadoria precoce.

4) teste de substâncias proibidas

Ainda vai ser divulgado, mas a tendência é que se comece a testar os jogadores para HGH.

5) limitação de jogadas de risco

Ainda não divulgado se teremos mudanças no julgamento das punições.

6) contribuição aos jogadores aposentados

O ponto ainda nebuloso. O processo movido pelos ex-atletas na justiça continuará.

7) divisão da grana

A fórmula para distribuição das receitas foi simplificada, somando-se todas as receitas e eliminando aquele desconto de $1 Bilhão aos times. Os jogadores ficarão com 48% das receitas, e os times 52%.

A partir disso se calcula o SALARY CAP, que discutirei mais abaixo.

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Outras Decisões

. Treinamentos

As atividades fora da temporada foram reduzidas a 10 semanas, ao invés de 14, e os treinos com equipamento completo (e choques) durante o período antes do campeonato, chamado TRAINING CAMP, limitados a 1 turno por dia.

Até mesmo os treinamentos durante o campeonato foram regulados. Com equipamento completo, somente acontecerá 1 vez por semana.

A idéia é preservar fisicamente os jogadores, aumentando o tempo médio de suas carreiras.

. Retirada do processo Brady vs NFL

Evidentemente, por ter um acordo entre as partes celebrado, acaba-se o processo antitrust movido por Tom Brady e outros jogadores contra a NFL.

. Reconstrução do sindicato

O sindicato dos atletas profissionais que foi destituído para possibilitar a entrada do processo contra a NFL, deve ser refeito, e principalmente, a NFL conseguiu retirar a opção deles repetirem o gesto, agora qualquer pendenga sobre o acordo, ou outras apelações, será julgada por uma comissão independente, escolhida em consenso pelas 2 partes.

. Proteção por contusão

Jogadores que se contundiram no ano anterior, e não poderão, ou não conseguiram equipe para o campeonato seguinte, receberão $1 Milhão garantidos. Além de continuarem protegidos pelo pano de saúde de seu último time.

Salary Cap

O cálculo das receitas totais e seu rateio para ser revertido em pagamento aos jogadores, gera um SALARY CAP, quota por time, que não existiu em 2010.

Esse CAP ficou em cerca de $120 Milhões para 2011, com uma leve flexibilização para cima (1,5%).

Como ilustração do efeito de toda essa negociação, em 2009 o SALARY CAP era aproximadamente $128 Milhões por time. Pela primeira vez na história, o valor caiu!

Times que já estão acima desse CAP, quando contabilizados os atuais contratos em vigor, devem reduzir sua “folha”.

Por exemplo, o Baltimore Ravens anunciou que está terminando os contratos de Todd Heap (TE), Willie mcGahee (RB), Derrick Mason (WR) e Kelly Gregg (DT).

As demais equipes terão que gastá-lo, contratando novos atletas, ou prorrogando os contratos de seus próprios jogadores. Esse valor deve ser alcançado até o final de Dezembro.

Contratos dos calouros entram nessa conta, e hoje começarão a ser negociados.

O salário mínimo da liga aumentou de $320.000,00 para $375.000,00 por ano, o que é uma boa notícia. Cerca de metade dos jogadores recebem salário mínimo.

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Free Agency

Essa semana vai ser frenética!

Como vimos anteriormente, uma enorme quantidade de jogadores estão atualmente sem contrato, e o tempo para contratá-los ante do início dos treinamentos será curto.

Os jogadores só poderão assinar os contratos com seus novos times a partir de sexta-feira, mas já estão liberados para negociá-los.

Atletas como Nnamdi Asomugha (CB), Santonio Holmes (WR) e Ray Edwards (DE) devem decidir seus futuros rapidamente.

Alguns times estão bem abaixo do SALARY CAP e devem ser protagonistas nos sites de notícias, outros terão que se encaixar nos novos parâmetros salarias, renegociando com jogadores que têm contratos vigentes, ou dispensando-os.

Times bem Abaixo do CAP:

  • Tampa Bay Buccaneers – $59 Milhões
  • Seattle Seahawks – $39 Milhões
  • Chicago Bears – $37 Milhões
  • Arizona Cardinals – $37 Milhões
  • St Louis Rams – $35 Milhões
  • Cincinnati Bengals – $35 Milhões
  • Buffalo Bills – $35 Millhões
  • Kansas City Chiefs – $34 Milhões
  • Cleveland Browns – $33 Milhões
  • Jacksonville Jaguars – $31 Milhões
  • Carolina Panthers – $30 Milhões

Times Acima do CAP:

  • Dallas Cowboys – $18 Milhões
  • New York Giants – $11 Milhões
  • Pittsburgh Steelers – $10 Milhões
  • Oakland Raiders – $10 Milhões
  • Minnesota Vikings – $5 Milhões
  • Indianapolis Colts – $2 Milhões
  • New York Jets – $1 Milhão

Boas Compras!!!

Ter a certeza que a temporada 2011 não será comprometida é ótimo, mas a melhor parte disso tudo é que o acordo será válido até 2021, e só precisarei voltar nesse assunto chato daqui a 10 anos!

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