Alvos do Draft 2017 – S

 

Com a maior ênfase dos ataques no jogo aéreo, e surgimento de Tight Ends super atléticos, a demanda por Safeties mudou na NFL.

Antes, cada time tinha suas duplas de Safeties com funções claras. Um dava o suporte contra o jogo de corridas (STRONG SAFETY), enquanto o outro servia de “líbero” na cobertura aos recebedores (FREE SAFETY). Agora, eles têm que se desdobrar nas funções de cobertura e aproximação para o combate ao jogo de corridas, e velocidade é a chave para serem draftados cedo. 

Em média 2 Safeties são draftados no 1º round.  

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TOP 6

1) Jamal Adams (LSU)

Para mim é um prospecto de Safety perfeito! Capaz de executar qualquer função relativa à posição. Possível líder em campo.

Se quiser buscar um senão: diminuir a agressividade em tackles, fazendo-os de forma mais técnica ao invés de violenta.

Será que quebrará um longo jejum de safeties no TOP 5 (Sean Taylor - 5º - 2004)?

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2) Malik Hooker (Ohio St

Prospecto quase no nível de Adams, mas não tão eficiente em tackles.

Súper oportunista, talvez seja melhor capacitado para jogar como último homem, no fundo do campo, lendo as rotas. Tem velocidade o suficiente para chegar rápido no ponto certo. A tendência é de evolução, pois, por incrível que pareça, tem pouca no esporte.

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3) Josh Jones (North Carolina St)

Espetacular atleticismo e biotipo. Joga de forma agressiva tanto na cobertura como no combate ao jogo de corridas. Precisa adaptar a técnica de tackling para os novos tempos e ser menos hesitante na leitura das jogadas quando em cobertura por zona.  

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4) Justin Evans (Texas A&M)

Muita fisicalidade para compensar certa falta de tamanho. Tem velocidade e bons instintos na cobertura defensiva, para antecipar os lances e gerar TURNOVERs. Às vezes agressivo demais é pego fora de posição. Outro que precisa se adaptar ao tipo de tackling ideal na NFL. Pode ter dificuldade em marcação individual de Tight Ends maiores.

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5) Marcus Williams (Utah)

Jogou quase exclusivamente como um líbero no fundo do campo. Tem bom tamanho, mas talvez lhe falte velocidade para executar a mesma função na NFL. Será que conseguiria se destacar em outro posicionamento? É oportunista e tem boa técnica de tackling.

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6) Tedric Thompson (Colorado)

PLAYMAKER sem grande destaque atlético. Instintivo e possui boa leitura de rotas na cobertura defensiva. 

Alerta: sofreu uma concussão que o tirou dos 4 jogos finais em 2016

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O Coringa

Jabrill Peppers (Michigan)

Engraçado como este DRAFT nos apresenta jogadores que são a perfeita definição do CORINGA. Peppers pode impactar em diversas áreas do campo, incluindo special teams onde é excelente retornador, ou até no ataque como elemento surpresa.

A condição de jogador híbrido entre LB/S se consolidou ano passado, quando por limitações no elenco do seu time universitário, foi pedido que jogasse mais próximo à linha de scrimmage. Criei ressalvas quanto a capacidade dos times da NFL em utilizar certo esse tipo de talento, então o prefiro como Safety, com versatilidade para desempenhar papéis diferentes.

Será que tamanha versatilidade assustará os GENERAL MANAGERS no DRAFT?

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Obi Melifonwu (Connecticut)

O que fazer com esse fenômeno atlético? Tem time até pensando em testá-lo como Cornerback, o que eu não faria pela excelente leva de jogadores daquela posiçào disponíveis esse ano.

Em campo, dá para sentir que os números vistos no COMBINE são reais. Ele consegue chegar rápido nas jogadas, cobrindo grandes distâncias na cobertura. Tecnicamente, tem bom fundamento em tackling e consegue manter a marcação direta aos adversários em rota. 

Às vezes não reage com a rapidez instintiva dos grandes Safeties da NFL

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Evitaria Escolher

Desmond King (Iowa)

Esse ano estou avesso às experimentações. Por ser um DRAFT rico em Safeties, por que inventar?

Foi um Cornerback bastante produtivo na universidade, mas que não tem o mesmo atleticismo de seus concorrentes desse ano. O problema é que este outro grupo de candidatos também é bastante atlético.

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Merece Atenção

Budda Baker (Washington)

É fácil se encantar com o que este talentosíssimo jogador pode trazer para seu time. Mas será que o colocarão no melhor posicionamento em campo para gerar esses benefícios?

Tenho visto muita gente projetando-o como um Safety para jogar no fundo do campo, influenciados pela pequena estatura. Porém não é assim que ele se destacou na universidade. Digo até que pouquíssimo o vi alinhar dessa forma.

Onde ele causa grande impacto é próximo à linha de scrimmage, ou com liberdade para se movimentar na faixa intermediária do campo. Mas será que seu corpo aguentaria os rigores desse tipo de jogo?

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Alternativas

Marcus Maye (Florida) – Se não fosse as contusões, estaria no TOP 6.

Eddie Jackson (Alabama) – Também teve a temporada 2016 encerrada por séria lesão. Cornerback convertido a Safety.  

 

Tiro no Escuro

Xavier Woods (Louisiana Tech)

Compensa falta de tamanho ideal com muita fisicalidade. Oportunista. Às vezes arrisca demais na leitura da jogada e é pego fora de posição. Boa agilidade, mas sem tanta velocidade linear. Tanto o que vi como o que escrevi se assemelha ao Justin Evans (4º do TOP 6).

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Outras Opções

John Johnson (Boston College), Rayshawn Jenkins (Miami), Josh Harvey-Clemons (Louisville), Rudy Ford (Auburn), Jadar Johnson (Clemson), Montae Nicholson (Michigan St), Lorenzo Jerome (St Francis), Delano Hill (Michigan), David Jones (Richmond), Tony Conner (Mississippi), Shalom Luani (Washington St), Chuck Clark (Virginia Tech), Jordan Sterns (Oklahoma St) e Dante Barnett (Kansas St)    

 

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